Fabricante: Cassiflex Ltda
CNPJ: 04.901.171/0001-42
Endereço: Avenida Humberto de Almeida Nº455 Bairro: São José
Cidade: Cássia/MG – CEP: 37.980-000
Telefone: (35) 3541-2170
Site: www.cassiflex.com.br
(Conforme IN nº4 de 15/07/2012 e RDC nº751 de 15/09/2022)
2.1- As instruções de uso das famílias Cassiflex estão disponibilizadas em formato não impresso e podem ser consultadas a qualquer tempo através do site Cassiflex (www.cassiflex.com.br).
2.2- Para identificar a instrução de uso do produto adquirido, o usuário deve observar no rótulo o número do Registro ANVISA e seu respectivo nome comercial. Com essas informações será possível identificar a instrução de uso correspondente ao seu produto.
2.3- As instruções de uso disponibilizadas apresentam as informações da revisão do documento e de sua data de emissão. É fundamental que o usuário consulte o rótulo do produto e observe qual a revisão da instrução de uso é correspondente ao produto fornecido.
2.4- O formato impresso das instruções de uso poderá ser solicitado sem custo adicional (inclusive de envio) pelo telefone +55 (35) 3541-2170 ou pelo e-mail qualidade@cassiflex.com.br. Na solicitação, o usuário deve informar a revisão da instrução de uso apresentada no rótulo do produto adquirido e o número do registro Anvisa.
Família (nome do dispositivo médico): INSTRUMENTOS CIRÚRGICOS NÃO ARTICULADOS NÃO CORTANTES
Registro Anvisa: 81454660008
Código: verificar rotulagem
Produto (nome comercial): verificar rotulagem
Lote: verificar rotulagem
Data de fabricação: verificar rotulagem
Validade: Indeterminada se respeita as instruções de uso
Número da revisão da instrução de uso: verificar rotulagem
Contém: 1 unidade
Responsável técnico: José Eduardo Chaves Nascimento – CRA/MG: 01-069985/D
3.1- Modelos comerciais da família
| Código | Produto | Código | Produto | Código | Produto |
| 43 | Abaixador de Língua | 96 | Calcador 6331 N° 02 | 133 | Calcador Ward N°03 |
| 5 | Afastador de Mead | 97 | Calcador 6331 N° 03 | 134 | Calcador Ward N°04 |
| 6 | Afastador Farabeuf Adulto | 98 | Calcador 6331 N° 04 | 135 | Calcador Ward N°05 |
| 7 | Afastador Farabeuf Infantil | 99 | Calcador 6331 N° 05 | 136 | Calcador Ward N°06 |
| 555 | Afastador de Stemberg Inox | 100 | Calcador 6331 N° 05ª | 190 | Dobrador de Amarrilho (Sputinick) |
| 702 | Afastador de Brunings Inox | 101 | Calcador 6332 N° 01 | 805 | Dobrador de Amarrilho c/ sonda N°03 |
| 703 | Afastador de Brunings Liso Inox | 102 | Calcador 6332 N° 02 | 596 | Dobrador de Fio Distal |
| 8 | Afastador Minessota | 103 | Calcador 6332 N° 03 | 225 | Espátula N° 01 |
| 53 | Aplicador Dycal Angulado | 104 | Calcador 6332 N° 04 | 226 | Espátula N° 07 |
| 54 | Aplicador Dycal Reto | 105 | Calcador 6335 N° 01 | 227 | Espátula N° 13 |
| 55 | Aplicador Dycal Simples | 106 | Calcador 6335 N° 02 | 228 | Espátula N° 22 |
| 544 | Arco de Yong metal | 107 | Calcador 6335 N° 03 | 229 | Espátula N° 24 |
| 77 | Brunidor Benett (Duplo) | 108 | Calcador 6337 N° 01 | 2560 | Espatula Nº24 Endodontica Intrafill |
| 78 | Brunidor N°28 | 109 | Calcador 6337 N° 02 | 230 | Espátula N° 31 |
| 79 | Brunidor N°29 | 110 | Calcador 6337 N° 03 | 231 | Espátula N° 36 |
| 80 | Brunidor N°30 | 111 | Calcador Clev Dent N°21 | 232 | Espátula N° 50 |
| 81 | Brunidor N°31 | 112 | Calcador Clev Dent N°21B | 233 | Espátula N° 54 |
| 82 | Brunidor N°32 | 113 | Calcador de Banda | 234 | Espátula N° 57 |
| 83 | Brunidor N°33 | 114 | Calcador de Banda c/ cabo de Alavanca | 235 | Espátula N° 60 |
| 84 | Brunidor N°34 | 115 | Calcador de Fio Gengival reto | 236 | Espátula N° 62 |
| 85 | Brunidor Z N°01 | 565 | Calcador de Fio Gengival redondo | 237 | Espátula N° 70 |
| 86 | Brunidor Z N°02 | 116 | Calcador Eames | 238 | Espátula N° 72 |
| 87 | Brunidor Z N°03 | 117 | Calcador Hollemback N°01 | 239 | Espátula N° 74 |
| 88 | Brunidor Z N°04 | 118 | Calcador Hollemback N°02 | 240 | Espátula p/ Gesso |
| 562 | Brunidor Z N°05 | 119 | Calcador Hollemback N°03 | 807 | Espátula Suprafill N°01 |
| 546 | Brunidor Z N°06 | 120 | Calcador Hollemback N°04 | 932 | Espátula Suprafill N°02 |
| 89 | Cabo p/ Bisturi N°03 | 121 | Calcador Hollemback N°05 | 808 | Espátula Suprafill N°1/2 |
| 90 | Cabo p/ Bisturi N°04 | 122 | Calcador Hollemback N°06 | 725 | espatula Suprefill Nº3 |
| 91 | Cabo p/ espelho inox Adulto | 123 | Calcador Hollemback N°07 | 245 | Espelho Bucal N° 03 |
| 92 | Cabo p/ espelho inox Infantil | 125 | Calcador Paiva N° 01 | 246 | Espelho Bucal N° 04 |
| 93 | Cabo p/ espelho inox sextavado Adulto | 126 | Calcador Paiva N° 02 | 247 | Espelho Bucal N° 05 |
| 94 | Cabo p/ espelho inox sextavado Infantil | 127 | Calcador Paiva N° 03 | 651 | Espelho Bucal Clinico Plano N°05 |
| 95 | Calcador 6331 N° 01 | 128 | Calcador Paiva N° 04 | 341 | Martelo de Mead |
| 129 | Calcador Rabo de Peixe | 459 | Régua Milimetrada | ||
| 130 | Calcador Unha de Gato (Extrator de Excesso) | 472 | Sonda OMS | ||
| 131 | Calcador Ward N°01 | 595 | Tentacânula ( Sonda Acanelada) | ||
| 132 | Calcador Ward N°02 | 592 | Cânula de Sucção (Intermediária) | ||
| 810 | Agulha de Irrigação 40x20mm | ||||
| 811 | Agulha de Irrigação 40x06mm | ||||
| 812 | Agulha de Irrigação 40x10mm |
3.2 – Indicação de uso/Finalidade
Os instrumentais não articulados não cortantes Cassiflex são utilizados em intervenções cirúrgicas: odontológicas e médicas, bem como para exames e procedimentos ambulatoriais.
4.1- Instruções
O produto é um material de uso permanente, não estéril, portanto deverá ser esterilizado antes de sua utilização, segundo as técnicas de esterilização de instrumentais cirúrgicos. Após ser utilizado o produto deverá ser lavado e secado imediatamente.
4.2 – Utilização
A utilização dos instrumentais descritos nesse processo devem sempre ser feita sob orientação técnica e restrita aos ambientes clínicos e hospitalares com os seguintes cuidados:
4.2.1- Manipulação
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração nas suas características. Devem ser manipulados cuidadosamente, em pequenos lotes, evitando-se batidas ou quedas. Qualquer instrumental que tenha caído ou sido inadequadamente manuseado, ou com suspeita de ter sofrido dano, deve ser separado e encaminhado ao responsável técnico habilitado da instituição para inspeção.
4.2.2 – Armazenamento
Os instrumentais devem ser armazenados de forma a manter sua configuração e evitando danificação da embalagem. O indicado é armazenar em local limpo, arejado, a temperatura ambiente, ao abrigo de luz direta, seco e com baixa contaminação por partículas. Devem ser evitados riscos, dobras ou entalhes dos instrumentos cirúrgúrgicos, visto que tais fatores aumentam a possibilidade de corrosão dos produtos.
4.2.3 – Conservação
Examine o instrumental antes do uso. NUNCA o utilize em caso de defeito, presumido ou aparente.
Em qualquer tipo de água há concentração de sais que poderão danificar os instrumentos. Se na água houver alguma concentração de Ferro, Cobre, Manganês, Magnésio ou Silício poderá haver a formação de manchas com cores diversas (marrom, azul ou arco-íris). Nesse caso não se trata de corrosão, mas sim de manchas.
Autoclaves desreguladas podem apresentar umidade residual a qual poderá provocar manchas e/ou corrosão.
Não armazenar o instrumental perto de produtos químicos que possam desprender gases corrosivos (cloro, iodo e ácidos em geral).
Cada instrumental foi criado para executar uma determinada função, portanto, ele não deve ser utilizado fora dessas condições.
Existem instrumentais cirúrgúrgicos apropriados para cada etapa da cirurgia. O desgaste habitual, o exercício de forças excessivas e o uso de instrumentos para finalidades diferentes podem prejudicar a evolução do procedimento.
Havendo desempenho variado, perda ou falta de precisão e instabilidade deve-se imediatamente substituir o instrumental.
Limpeza: Detergente com cloro livre ou hidróxido de sódio NÃO devem ser usados. Em hipótese alguma utilize palhas de aço ou outros produtos abrasivos, mesmo quando saponáceos.
Todo o instrumental deve ser lavado imediatamente após sua utilização e antes que as secreções ou sangue possam secar. Aqueles que puderem devem ser lavados e desmontados.
Os instrumentais devem ser mantidos em suas embalagens originais até a sua esterilização e uso.
Após o uso, deve ser realizada uma limpeza correta, a fim de evitar incrustações e corrosões.
Verificar, a cada uso, se os instrumentais não sofreram dano.
Somente profissionais especializados e treinados nas técnicas cirúrgicas poderão utilizar estes instrumentais.
É indicado que sejam seguidas as orientações do fabricante quanto aos processos de limpeza, esterilização, manuseio, transporte e armazenamento.
Os instrumentais devem ser removidos de suas embalagens e limpos com álcool para fins médicos a 70% + água destilada 30%. Após limpeza, os produtos devem ser enxaguados com água destilada estéril e secar com pano de limpeza que não libere fibras.
O processo para reutilização do instrumental cirúrgico envolve, no mínimo, cinco etapas básicas: limpeza prévia, desinfecção, lavagem, enxágue e esterilização.
8.1- Limpeza prévia
Para limpeza do instrumento, usar somente sabão neutro a 1% ou detergente enzimático neutro. Não usar solução química, por ser corrosiva.
Recomenda-se que todo instrumental seja limpo imediatamente após o procedimento cirúrgico.
Todo procedimento de limpeza manual deve ser realizado utilizando-se EPIs apropriados.
A qualidade da água é fator fundamental. A presença de cloretos, elementos particulados ou desequilíbrio de pH pode deteriorar o instrumento.
O instrumental deve ser mergulhado (aberto ou desmontado) em água e detergente a temperaturas inferiores a 45°C, pois temperaturas mais elevadas causam a coagulação das proteínas.
8.2- Desinfecção
É feita através da imersão do instrumental (aberto ou desmontado) em recipiente com solução de desinfetante em água (desinfecção química), ou em banho aquecido (desinfecção termoquímica). O tempo de imersão depende da temperatura, diluição e tipo de desinfetante.
8.3- Lavagem
As peças devem ser totalmente escovadas, com escova de cerdas macias. O instrumental, quando pertinente, deve ser desmontado. Especial atenção deve ser dada às áreas de difícil acesso.
8.4- Enxágue
O instrumental deve ser enxaguado, abundantemente, em água corrente. Recomenda-se a utilização de água aquecida para o enxágue.
8.5- Métodos de Esterilização
Os instrumentais devem ser esterilizados antes do uso por pessoas treinadas. O processo mais utilizado é o auto clave nas seguintes temperaturas:
121°C (1,0 atm): 20 minutos
126°C (1,4 atm): 10 minutos
134°C (2,0 atm): 3 minutos
O produto depois de esterilizado deve ser armazenado em sua embalagem não violável.
Quando houver a necessidade de se descartar o instrumental, o mesmo deve ser inutilizado imediatamente (cortado, entortado ou limado) de forma a evitar que seja utilizado inadvertidamente.
O descarte dos instrumentos deverá obedecer às normas relativas a eliminação de lixo hospitalar contaminante.
Para descartar os instrumentais, deve-se seguir os procedimentos legais locais do país para descarte de produtos potencialmente contaminantes.
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano às suas características físicas ou à embalagem.
Não são aplicáveis parâmetros específicos de temperatura e umidade.
É recomendado que o responsável pelo transporte evite choques mecânicos.
Não se aplica.
Não se aplica.
Por se tratar de um instrumental cirúrgico ou odontológico o mesmo deverá ser manuseado por profissional habilitado segundo as técnicas cirúrgúrgicas e a critérios médicos.
Fabricante: Cassiflex Ltda – CNPJ: 04.901.171/0001-42
Endereço: Avenida Humberto de Almeida Nº455 Bairro: São José
Cidade: Cássia MG – CEP: 37.980-000
Telefone: (35) 3541-2170
(conforme IN nº4 de 15/07/2012 e RDC nº751 de 15/09/2022.)
2.1- As instruções de uso das famílias Cassiflex estão disponibilizadas em formato não impresso e podem ser consultadas a qualquer tempo através do site Cassiflex (www.cassiflex.com.br);
2.2- Para identificar a instrução de uso do produto adquirido, o usuário deve observar no rótulo o número do Registro ANVISA e seu respectivo nome comercial. Com essas informações será possível identificar a instrução de uso correspondente ao seu produto;
2.3- As instruções de uso disponibilizadas apresentam as informações da revisão do documento e de sua data de emissão. É fundamental que o usuário consulte o rótulo do produto e observe qual a revisão da instrução de uso é correspondente ao produto fornecido;
2.4- O formato impresso das instruções de uso poderá ser solicitado sem custo adicional (inclusive de envio) pelo telefone +55 (35) 3541-2170 ou pelo e-mail qualidade@cassiflex.com.br. Na solicitação, o usuário deve informar a revisão da instrução de uso apresentada no rótulo do produto adquirido e o número do registro Anvisa.
Família (nome do dispositivo médico): INSTRUMENTOS CIRÚRGICOS NÃO ARTICULADOS CORTANTES CASSIFLEX
Registro Anvisa: 81454660002
Código: verificar rotulagem
Produto (nome comercial): verificar rotulagem
Lote: verificar rotulagem
Data de fabricação: verificar rotulagem
Validade: Indeterminada se respeita as instruções de uso
Número da revisão da instrução de uso: verificar rotulagem
Contém: 1 unidade
Responsável técnico: José Eduardo Chaves Nascimento – CRA/MG: 01-069985/D
Web site: www.cassiflex.com.br
3.1- Modelos comerciais da família
| Código | Produto | Código | Produto | Código | Produto |
| 9 | Afastador Wolkman Nº02 | 152 | Cortante de Black Nº 28 | 712 | Cureta Mini Gracey Nº11-12 |
| 10 | Afastador Wolkman Nº03 | 153 | Cortante de Black Nº 29 | 713 | Cureta Mini Gracey Nº13-14 |
| 11 | Afastador Wolkman Nº04 | 154 | Cortante de Black Nº 32 | 714 | Cureta Mini Gracey Nº15-16 |
| 12 | Alavanca Apical 301 Adulto | 580 | Cortante de Black Nº 44 | 715 | Cureta Mini Gracey Nº17-18 |
| 17 | Alavanca Apical 301 Infantil | 572 | Cortante de Black Nº 47 | 179 | Cureta Lucas 85 |
| 13 | Alavanca Apical 302 Adulto | 578 | Cortante de Black Nº 77 | 180 | Cureta Lucas 86 |
| 18 | Alavanca Apical 302 Infantil | 577 | Cortante de Black Nº 78 | 181 | Cureta Lucas 87 |
| 14 | Alavanca Apical 303 Adulto | 576 | Cortante de Black Nº 80 | 182 | Cureta Mc call Nº 13-14 |
| 19 | Alavanca Apical 303 Infantil | 574 | Cortante de Black Nº 82 | 183 | Cureta Mc call Nº 15-16 |
| 15 | Alavanca Apical 304 | 165 | Cureta Argola | 184 | Cureta Mc call Nº 17-18 |
| 16 | Alavanca Apical jogo Adulto | 166 | Cureta Goldman Fox Nº 01 | 185 | Cureta Mc call Nº 19-20 |
| 21 | Alavanca Apical jogo Infantil | 167 | Cureta Goldman Fox Nº 02 | 716 | Cureta Mead Nº 01 |
| 22 | Alavanca Heinderbrink 01 | 168 | Cureta Goldman Fox Nº 03 | 603 | Cureta Mead Nº 02 |
| 23 | Alavanca Heinderbrink 02 | 169 | Cureta Goldman Fox Nº 04 | 186 | Descolador de Molt Nº 2-4 |
| 24 | Alavanca Heinderbrink 03 | 170 | Cureta Gracey Nº 1-2 | 187 | Descolador Freer |
| 25 | Alavanca Heinderbrink jogo | 171 | Cureta Gracey Nº3-4 | 188 | Descolador Mead |
| 558 | Alavanca Pott Direita | 172 | Cureta Gracey Nº5-6 | 189 | Descolador de Molt Nº 9 |
| 559 | Alavanca Pott Esquerda | 173 | Cureta Gracey Nº7-8 | 192 | Escavador haste Longa Nº 01 |
| 26 | Alavanca Seldin 1L Adulto | 174 | Cureta Gracey Nº9-10 | 193 | Escavador haste Longa Nº 02 |
| 30 | Alavanca Seldin 1L Infantil | 175 | Cureta Gracey Nº11-12 | 194 | Escavador haste Longa Nº 03 |
| 27 | Alavanca Seldin 1R Adulto | 176 | Cureta Gracey Nº13-14 | 195 | Escavador haste Longa Nº 04 |
| 31 | Alavanca Seldin 1R Infantil | 177 | Cureta Gracey Nº15-16 | 196 | Escavador haste Longa Nº 05 |
| 28 | Alavanca Seldin 2 Adulto | 178 | Cureta Gracey Nº17-18 | 197 | Escavador haste Longa Nº 06 |
| 32 | Alavanca Seldin 2 Infantil | 707 | Cureta Mini Gracey Nº1-2 | 198 | Escavador Nº 0 |
| 29 | Alavanca Seldin jogo Adulto | 708 | Cureta Mini Gracey Nº3-4 | 199 | Escavador Nº 05 |
| 33 | Alavanca Seldin jogo Infantil | 709 | Cureta Mini Gracey Nº5-6 | 200 | Escavador Nº 11-1/2 |
| 556 | Alavanca Seldin nº4 L | 710 | Cureta Mini Gracey Nº7-8 | 201 | Escavador Nº 14 |
| 557 | Alavanca Seldin Nº 4 R | 711 | Cureta Mini Gracey Nº9-10 | 202 | Escavador Nº 16 |
| 129 | Calcador Rabo de Peixe | 203 | Escavador Nº 17 | ||
| 130 | Calcador Unha de Gato (Extrator de Excesso) | 204 | Escavador Nº 18 | ||
| 137 | Cinzel Bibizel | 205 | Escavador Nº 19 | ||
| 138 | Cinzel Bizel | 206 | Escavador Nº 20 | ||
| 139 | Cinzel Goiva | 717 | Escavador Haste longa Nº 16 | ||
| 140 | Cinzel Ochsenbein Nº 01 (cabo 6,30mm) | 718 | Escavador Haste Longa Nº 17 | ||
| 141 | Cinzel Ochsenbein Nº 02 (cabo 6,30mm) | 719 | Escavador Haste Longa Nº 18 | ||
| 142 | Cinzel Ochsenbein Nº 03 (cabo 6,30mm) | 720 | Escavador Haste Longa Nº 19 | ||
| 704 | Cinzel Micro Ochsenbein Nº 01 | 721 | Escavador Haste Longa Nº 20 | ||
| 705 | Cinzel Micro Ochsenbein Nº 02 | 207 | Esculpidor Disclóid Cleóid | ||
| 706 | Cinzel Micro Ochsenbein Nº 03 | 986 | Esculpidor de Evans Nº 01 | ||
| 143 | Colocador de Elastic com Holl Nº 6 | 987 | Esculpidor de Evans Nº 02 | ||
| 144 | Colocador de Elastic Duplo | 208 | Jogo Esculpidor Fran (02, 06, 10) | ||
| 155 | Cortante de Black Nº 8/9 | 209 | Esculpidor Fran Nº 02 | ||
| 575 | Cortante de Black Nº 10/11 | 210 | Esculpidor Fran Nº 06 | ||
| 579 | Cortante de Black Nº 12/13 | 211 | Esculpidor Fran Nº 10 | ||
| 148 | Cortante de Black Nº 14/15 | 212 | Esculpidor Hollemback Nº 03 | ||
| 156 | Cortante de Black Nº 18/19 | 213 | Esculpidor Hollemback Nº 3s | ||
| 570 | Cortante de Black Nº 22 | 214 | Esculpidor Hollemback Nº 3ss | ||
| 573 | Cortante de Black Nº 23 | 215 | Esculpidor Lecron Adulto | ||
| 149 | Cortante de Black Nº 24 | 216 | Esculpidor Lecron Infantil | ||
| 150 | Cortante de Black Nº 26 | 217 | Esculpidor Lecron D | ||
| 571 | Cortante de Black Nº 26s | 218 | Esculpidor Lecron Hilyn | ||
| 151 | Cortante de Black Nº 27 | 219 | Esculpidor Lecron Mini | ||
| 220 | Esculpidor Lecron Zalle | 302 | Jogo Extrator de Tártaro (03, 33, 34) | 473 | Jogo Sonda Rhein (01, 02, 03) |
| 221 | Esculpidor Ward Nº 0,5 | 303 | Extrator de Tártaro Nº 03 | 474 | Sonda Rhein Nº 01 |
| 222 | Esculpidor Ward Nº 01 | 304 | Extrator de Tártaro Nº 33 | 475 | Sonda Rhein Nº 02 |
| 223 | Esculpidor Ward Nº 02 | 305 | Extrator de Tártaro nº 34 | 476 | Sonda Rhein Nº 03 |
| 224 | Esculpidor de Roach | 306 | Faca para Gesso (Com cabo de Madeira) | 477 | Sonda MM Willians N º 23 |
| 298 | Extrator de Mc Call Nº 1-10 | 336 | Gengivótomo Kirkland Nº 15-16 | 478 | Sonda MM Willians |
| 299 | Extrator de Mc Call Nº 11-12 | 337 | Gengivótomo Orban Nº 1-2 | ||
| 300 | Extrator de Mc Call Nº 4-8 | 604 | Kit de Periodontia com 9 peças | ||
| 301 | Extrator de Mc Call Nº 7-9 | 339 | Lima para Osso Nº 11 | ||
| 340 | Lima para Osso Nº 12 | 345 | P.K.T. Nº 03 | ||
| 342 | Jogo P.K.T. com 5 peças | 346 | P.K.T. Nº 04 | ||
| 343 | P.K.T. Nº 01 | 347 | P.K.T. Nº 05 | ||
| 344 | P.K.T. Nº 02 | 429 | Ponta Morse Nº 0-00 | ||
| 463 | Sindesmotomo | 468 | Sonda Exploradora Nº 23 | ||
| 464 | Sonda Exploradora Nº 01 | 469 | Sonda Exploradora Nº 47 | ||
| 465 | Sonda Exploradora Nº 03 | 470 | Sonda MM Goldman Fox | ||
| 466 | Sonda Exploradora Nº 05 | 471 | Sonda Nambers | ||
| 467 | Sonda Exploradora Nº 06 |
3.2 – Indicação de uso/Finalidade
Os instrumentais não articulados cortantes Cassiflex são utilizados em intervenções cirúrgicas: odontológicas e médicas, bem como para exames e procedimentos ambulatoriais.
4.1- Instruções
O produto é um material de uso permanente, não estéril, portanto deverá ser esterilizado antes de sua utilização, segundo as técnicas de esterilização de instrumentais cirúrgúrgicos. Após ser utilizado o produto deverá ser lavado e secado imediatamente.
4.2 – Utilização
A utilização dos instrumentais descritos nesse processo devem sempre ser feita sob orientação técnica e restrita aos ambientes clínicos e hospitalares com os seguintes cuidados:
4.2.1- Manipulação
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração nas suas características. Devem ser manipulados cuidadosamente, em pequenos lotes, evitando-se batidas ou quedas. Qualquer instrumental que tenha caído ou sido inadequadamente manuseado, ou com suspeita de ter sofrido dano, deve ser separado e encaminhado ao responsável técnico habilitado da instituição para inspeção, mesmo que já tenha passado por esta etapa.
4.2.2 – Armazenamento
Os instrumentais devem ser armazenados de forma a manter sua configuração e evitando danificação da embalagem. O indicado é armazenar em local limpo, arejado, a temperatura ambiente, ao abrigo de luz direta, seco e com baixa contaminação por partículas. Devem ser evitados riscos, dobras ou entalhes dos instrumentos cirúrgúrgicos, visto que tais fatores aumentam a possibilidade de corrosão dos produtos.
4.2.3 – Conservação
Examine o instrumental antes do uso. NUNCA o utilize em caso de defeito, presumido ou aparente.
Em qualquer tipo de água há concentração de sais. Mesmo em uma água considerada potável, existe a possibilidade de concentração de certos elementos químicos que poderão danificar os instrumentos.
Se na água houver alguma concentração de Ferro, Cobre, Manganês, Magnésio ou Silício poderá haver a formação de manchas com cores diversas: marrom, azul ou arco-íris. Nesse caso não se trata de corrosão, mas sim de manchas.
Autoclaves desreguladas podem apresentar umidade residual a qual poderá provocar manchas e/ou corrosão.
Não armazenar o instrumental perto de produtos químicos que possam desprender gases corrosivos, a saber: cloro, iodo e ácidos em geral.
Cada instrumental foi criado e desenvolvido para executar uma determinada função, portanto, ele não deve ser utilizado fora dessas condições. Os instrumentos utilizados fora das suas condições normais de trabalho podem quebrar ou ter a sua vida útil reduzida
Existem instrumentais cirúrgúrgicos apropriados para cada etapa da cirurgia. O desgaste habitual, o exercício de forças excessivas e o uso de instrumentos para finalidades diferentes podem prejudicar a evolução do procedimento.
Havendo desempenho variado, perda ou falta de precisão e instabilidade deve-se imediatamente substituir o instrumental.
Limpeza: detergente com cloro livre ou hidróxido de sódio NÃO devem ser usados. Em hipótese alguma utilize palhas de aço ou outros produtos abrasivos, mesmo quando saponáceos para remoção de sujidades remanescentes de qualquer etapa do processo de limpeza.
Todo o instrumental deve ser lavado imediatamente após sua utilização e antes que as secreções ou sangue possam secar. Aqueles que puderem devem ser lavados e desmontados.
Os instrumentais devem ser mantidos em suas embalagens originais até a sua esterilização e uso. Após o uso, deve ser realizada uma limpeza correta, a fim de evitar incrustações e corrosões. Verificar, a cada uso, se os instrumentais não sofreram dano. Somente professionals especializados e treinados nas técnicas cirúrgicas poderão utilizar estes instrumentais.
É indicado que sejam seguidas as orientações do fabricante quanto aos processos de limpeza, esterilização, manuseio, transporte e armazenamento.
Os instrumentais devem ser removidos de suas embalagens e limpos com álcool para fins médicos a 70% + água destilada 30%. Após limpeza, os produtos devem ser enxaguados com água destilada estéril e secar com pano de limpeza que não libere fibras.
O processo para reutilização do instrumental cirúrgico envolve, no mínimo, cinco etapas básicas: limpeza prévia, desinfecção, lavagem, enxágue e esterilização.
8.1- Limpeza prévia
Para limpeza do instrumento, usar somente sabão neutro a 1% ou detergente enzimático neutro. Não usar solução química, por ser corrosiva.
Recomenda-se que todo instrumental seja limpo imediatamente após o procedimento cirúrgico em que for empregado evitando o endurecimento de sujidades oriundas deste procedimento.
Todo procedimento de limpeza manual deve ser realizado utilizando-se equipamentos de proteção individual apropriados. Nas operações de limpeza em equipamentos automáticos, as instruções dos fabricantes devem ser rigorosamente seguidas, em especial quanto aos produtos e à qualidade da água a serem empregados.
A qualidade da água é fator fundamental tanto para o processo de limpeza, quanto para a conservação do instrumental. A presença de elementos particulados, a concentração de elementos ou substancias químicas, e o desequilíbrio de pH pode deteriorar o instrumento bem como à indução do processo de corrosão, como no caso de presença excessiva de cloretos.
Recomenda-se que a água empregada na lavagem do instrumental esteja de acordo com as exigências de qualidade estabelecida no processo de conservação.
O instrumental deve ser mergulhado aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo água e detergente, à temperatura ambiente. A seguir, deve ser rigorosamente lavado em água corrente, preferencialmente morna. Essa fase deve sempre ser realizada com água a temperaturas inferiores a 45°C, pois temperaturas mais elevadas causam a coagulação das proteínas, dificultando o processo de remoção de incrustações do instrumental.
8.2- Desinfecção
É feita através da imersão do instrumental aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo solução de desinfetante em água, à temperatura ambiente (desinfecção química), ou em banho aquecido (desinfecção termoquímica). O tempo de imersão do instrumental depende tanto da temperatura de operação, quanto da diluição, e do tipo de desinfetante empregado.
8.3- Lavagem
As peças devem ser totalmente escovadas, com escova de cerdas macias. O instrumental, quando pertinente, deve ser desmontado e cada componente lavado isoladamente. Especial atenção deve ser dada às áreas de difícil acesso, onde pode ocorrer a retenção de tecidos orgânicos e a deposição de secreções ou soluções desinfetantes.
8.4- Enxágue
O instrumental deve ser enxaguado, abundantemente, em água corrente. Recomenda-se a utilização de água aquecida para o enxágue do instrumental.
8.5- Métodos de Esterilização
Os instrumentais devem ser esterilizados antes do uso. Os parâmetros adequados do processo para cada equipamento e volume devem ser analisados e conduzidos por pessoas treinadas e especializadas em processos de esterilização, assegurando a completa eficiência desse procedimento.
O processo mais utilizado é o auto clave nas seguintes temperaturas:
121°C (1,0 atm): 20 minutos
126°C (1,4 atm): 10 minutos
134°C (2,0 atm): 3 minutos
O produto depois de esterilizado deve ser armazenado em sua embalagem não violável.
Quando houver a necessidade de se descartar o instrumental, o mesmo deve ser inutilizado imediatamente deforma a evitar que seja utilizado inadvertidamente.
O descarte dos instrumentos deverá obedecer às normas relativas a eliminação de lixo hospitalar contaminante, descartando-se em recipientes apropriados e com identificação clara de que se trata de lixo contaminante.
Recomendamos que as peças sejam cortadas, entortadas ou limadas para sua inutilização. Para descartar os instrumentais, deve-se seguir os procedimentos legais locais do país para descarte de produtos potencialmente contaminantes.
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração de suas características físicas ou qualquer deterioração da embalagem. Não são aplicáveis parâmetros específicos de temperatura e umidade. É recomendado que o responsável pelo transporte evite choques mecânicos.
Não se aplica.
Não se aplica.
Por se tratar de um instrumental cirúrgico ou odontológico o mesmo deverá ser manuseado por profissional habilitado segundo as técnicas cirúrgicas e a critérios médicos.
Fabricante: Cassiflex Ltda – CNPJ: 04.901.171/0001-42
Endereço: Avenida Humberto de Almeida Nº455 Bairro: São José
Cidade: Cássia MG – CEP: 37.980-000
Telefone: (35) 3541-2170
(conforme IN nº4 de 15/07/2012 e RDC nº751 de 15/09/2022.)
2.1- As instruções de uso das famílias Cassiflex estão disponibilizadas em formato não impresso e podem ser consultadas a qualquer tempo através do site Cassiflex (www.cassiflex.com.br);
2.2- Para identificar a instrução de uso do produto adquirido, o usuário deve observar no rótulo o número do Registro ANVISA e seu respectivo nome comercial. Com essas informações será possível identificar a instrução de uso correspondente ao seu produto;
2.3- As instruções de uso disponibilizadas apresentam as informações da revisão do documento e de sua data de emissão. É fundamental que o usuário consulte o rótulo do produto e observe qual a revisão da instrução de uso é correspondente ao produto fornecido;
2.4- O formato impresso das instruções de uso poderá ser solicitado sem custo adicional (inclusive de envio) pelo telefone +55 (35) 3541-2170 ou pelo e-mail qualidade@cassiflex.com.br. Na solicitação, o usuário deve informar a revisão da instrução de uso apresentada no rótulo do produto adquirido e o número do registro Anvisa.
Família (nome do dispositivo médico): ESPÁTULAS ODONTOLOGICAS REVESTIDAS EM TITÂNIO
Registro Anvisa: 81454660006
Código: verificar rotulagem
Produto (nome comercial): verificar rotulagem
Lote: verificar rotulagem
Data de fabricação: verificar rotulagem
Validade: Indeterminada se respeita as instruções de uso
Número da revisão da instrução de uso: verificar rotulagem
Contém: 1 unidade
Responsável técnico: José Eduardo Chaves Nascimento – CRA/MG: 01-069985/D
Web site: www.cassiflex.com.br
3.1- Modelos comerciais da família
| Código | Produto | Código | Produto | Código | Produto |
| 1687 | Espatula p/ resina em titânio nº3 dupla | 2613 | Espatula p/ resina em titânio nº9 dupla | 3372 | Espatula p/ resina em titânio de thompson nº6 |
| 1688 | Espatula p/ resina em titânio dupla nº5 ward | 2700 | Espatula p/ resina em titânio nº7 dupla | 3417 | Espatula p/ resina em titânio de thompson nº12 |
| 1689 | Espatula p/ resina em titânio inserção (calcador 6335 nº1) | 2701 | Espatula p/ resina em titânio nº8 dupla | 3430 | Espatula p/ resina em titânio nº1 dupla |
| 1692 | Espatula p/ resina em titânio interproximal | 2702 | Espatula p/ resina em titânio nº10 dupla | 622 | Espatula p/ resina em titânio nº2 c/ calcador bolinha |
| 2002 | Espatula p/ resina em titânio nº4 dupla | 3366 | Espatula p/ resina em titânio suprafil nº3 dupla | 640 | Espatula p/ resina em titânio SD nº1 dupla |
| 2003 | Espatula p/ resina em titânio nº6 dupla | 3367 | Espatula p/ resina em titânio de thompson nº1 | 641 | Espatula p/ resina em titânio SD nº2 dupla |
| 2036 | Espatula p/ resina em titânio nº2 dupla | 3368 | Espatula p/ resina em titânio de thompson nº2 | 642 | Espatula p/ resina em titânio SD nº3 dupla |
| 2550 | Espatula p/ resina em titânio nº11 dupla | 3369 | Espatula p/ resina em titânio de thompson nº3 | 643 | Espatula p/ resina em titânio suprafil nº1 dupla |
| 2551 | Espatula p/ resina em titânio nº12 dupla | 3370 | Espatula p/ resina em titânio de thompson nº4 | 644 | Espatula p/ resina em titânio suprafil nº2 dupla |
| 2559 | Espatula p/ resina em titânio SD nº4 supla | 3371 | Espatula p/ resina em titânio de thompson nº5 | 647 | Espatula p/ resina em titânio suprafil nº1/2 dupla |
| 2591 | Espatula p/ resina em titânio nº15 dupla |
3.2 – Indicação de uso/Finalidade
As espátulas odontológicas revestidas em titânio são utilizadas em intervenções cirúrgicas odontológicas bem como para exames e procedimentos ambulatoriais.
4.1- Instruções
O produto é um material de uso permanente, não estéril, portanto deverá ser esterilizado antes de sua utilização, segundo as técnicas de esterilização de instrumentais cirúrgicos. Após ser utilizado o produto deverá ser lavado e secado imediatamente.
4.2 – Utilização
A utilização dos instrumentais descritos nesse processo devem sempre ser feita sob orientação técnica e restrita aos ambientes clínicos e hospitalares com os seguintes cuidados:
4.2.1- Manipulação
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração nas suas características. Devem ser manipulados cuidadosamente, em pequenos lotes, evitando-se batidas ou quedas. Qualquer instrumental que tenha caído ou sido inadequadamente manuseado, ou com suspeita de ter sofrido dano, deve ser separado e encaminhado ao responsável técnico habilitado da instituição para inspeção, mesmo que já tenha passado por esta etapa.
4.2.2 – Armazenamento
Os instrumentais devem ser armazenados de forma a manter sua configuração e evitando danificação da embalagem. O indicado é armazenar em local limpo, arejado, a temperatura ambiente, ao abrigo de luz direta, seco e com baixa contaminação por partículas. Devem ser evitados riscos, dobras ou entalhes dos instrumentos cirúrgúrgicos, visto que tais fatores aumentam a possibilidade de corrosão dos produtos.
4.2.3 – Conservação
Examine o instrumental antes do uso. NUNCA o utilize em caso de defeito, presumido ou aparente.
Em qualquer tipo de água há concentração de sais. Mesmo em uma água considerada potável, existe a possibilidade de concentração de certos elementos químicos que poderão danificar os instrumentos.
Se na água houver alguma concentração de Ferro, Cobre, Manganês, Magnésio ou Silício poderá haver a formação de manchas com cores diversas: marrom, azul ou arco-íris. Nesse caso não se trata de corrosão, mas sim de manchas.
Autoclaves desreguladas podem apresentar umidade residual a qual poderá provocar manchas e/ou corrosão.
Não armazenar o instrumental perto de produtos químicos que possam desprender gases corrosivos, a saber: cloro, iodo e ácidos em geral.
Cada instrumental foi criado e desenvolvido para executar uma determinada função, portanto, ele não deve ser utilizado fora dessas condições. Os instrumentos utilizados fora das suas condições normais de trabalho podem quebrar ou ter a sua vida útil reduzida
Existem instrumentais cirúrgúrgicos apropriados para cada etapa da cirurgia. O desgaste habitual, o exercício de forças excessivas e o uso de instrumentos para finalidades diferentes podem prejudicar a evolução do procedimento.
Havendo desempenho variado, perda ou falta de precisão e instabilidade deve-se imediatamente substituir o instrumental.
Limpeza: detergente com cloro livre ou hidróxido de sódio NÃO devem ser usados. Em hipótese alguma utilize palhas de aço ou outros produtos abrasivos, mesmo quando saponáceos para remoção de sujidades remanescentes de qualquer etapa do processo de limpeza.
Todo o instrumental deve ser lavado imediatamente após sua utilização e antes que as secreções ou sangue possam secar. Aqueles que puderem devem ser lavados e desmontados.
Os instrumentais devem ser mantidos em suas embalagens originais até a sua esterilização e uso. Após o uso, deve ser realizada uma limpeza correta, a fim de evitar incrustações e corrosões. Verificar, a cada uso, se os instrumentais não sofreram dano. Somente profissionais especializados e treinados nas técnicas cirúrgúrgicas poderão utilizar estes instrumentais.
É indicado que sejam seguidas as orientações do fabricante quanto aos processos de limpeza, esterilização, manuseio, transporte e armazenamento.
Os instrumentais devem ser removidos de suas embalagens e limpos com álcool para fins médicos a 70% + água destilada 30%. Após limpeza, os produtos devem ser enxaguados com água destilada estéril e secar com pano de limpeza que não libere fibras.
O processo para reutilização do instrumental cirúrgico envolve, no mínimo, cinco etapas básicas: limpeza prévia, desinfecção, lavagem, enxágue e esterilização.
8.1- Limpeza prévia
Para limpeza do instrumento, usar somente sabão neutro a 1% ou detergente enzimático neutro. Não usar solução química, por ser corrosiva.
Recomenda-se que todo instrumental seja limpo imediatamente após o procedimento cirúrgico em que for empregado evitando o endurecimento de sujidades oriundas deste procedimento.
Todo procedimento de limpeza manual deve ser realizado utilizando-se equipamentos de proteção individual apropriados. Nas operações de limpeza em equipamentos automáticos, as instruções dos fabricantes devem ser rigorosamente seguidas, em especial quanto aos produtos e à qualidade da água a serem empregados.
A qualidade da água é fator fundamental tanto para o processo de limpeza, quanto para a conservação do instrumental. A presença de elementos particulados, a concentração de elementos ou substancias químicas, e o desequilíbrio de pH pode deteriorar o instrumento bem como à indução do processo de corrosão, como no caso de presença excessiva de cloretos.
Recomenda-se que a água empregada na lavagem do instrumental esteja de acordo com as exigências de qualidade estabelecida no processo de conservação.
O instrumental deve ser mergulhado aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo água e detergente, à temperatura ambiente. A seguir, deve ser rigorosamente lavado em água corrente, preferencialmente morna. Essa fase deve sempre ser realizada com água a temperaturas inferiores a 45°C, pois temperaturas mais elevadas causam a coagulação das proteínas, dificultando o processo de remoção de incrustações dos instrumentais.
8.2- Desinfecção
É feita através da imersão do instrumental aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo solução de desinfetante em água, à temperatura ambiente (desinfecção química), ou em banho aquecido (desinfecção termoquímica). O tempo de imersão do instrumental depende tanto da temperatura de operação, quanto da diluição, e do tipo de desinfetante empregado.
8.3- Lavagem
As peças devem ser totalmente escovadas, com escova de cerdas macias. O instrumental, quando pertinente, deve ser desmontado e cada componente lavado isoladamente. Especial atenção deve ser dada às áreas de difícil acesso, onde pode ocorrer a retenção de tecidos orgânicos e a deposição de secreções ou soluções desinfetantes.
8.4- Enxágue
O instrumental deve ser enxaguado, abundantemente, em água corrente. Recomenda-se a utilização de água aquecida para o enxágue do instrumental.
8.5- Métodos de Esterilização
Os instrumentais devem ser esterilizados antes do uso. Os parâmetros adequados do processo para cada equipamento e volume devem ser analisados e conduzidos por pessoas treinadas e especializadas em processos de esterilização, assegurando a completa eficiência desse procedimento.
O processo mais utilizado é o auto clave nas seguintes temperaturas:
121°C (1,0 atm): 20 minutos
126°C (1,4 atm): 10 minutos
134°C (2,0 atm): 3 minutos
O produto depois de esterilizado deve ser armazenado em sua embalagem não violável.
Quando houver a necessidade de se descartar o instrumental, o mesmo deve ser inutilizado imediatamente deforma a evitar que seja utilizado inadvertidamente.
O descarte dos instrumentos deverá obedecer às normas relativas a eliminação de lFixo hospitalar contaminante, descartando-se em recipientes apropriados e com identificação clara de que se trata de lixo contaminante.
Recomendamos que as peças sejam cortadas, entortadas ou limadas para sua inutilização. Para descartar os instrumentais, deve-se seguir os procedimentos legais locais do país para descarte de produtos potencialmente contaminantes.
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração de suas características físicas ou qualquer deterioração da embalagem. Não são aplicáveis parâmetros específicos de temperatura e umidade. É recomendado que o responsável pelo transporte evite choques mecânicos.
Não se aplica.
Não se aplica.
Por se tratar de um instrumental cirúrgico ou odontológico o mesmo deverá ser manuseado por profissional habilitado segundo as técnicas cirúrgicas e a critérios médicos.
Fabricante: Cassiflex Ltda – CNPJ: 04.901.171/0001-42
Endereço: Avenida Humberto de Almeida Nº455 Bairro: São José
Cidade: Cássia MG – CEP: 37.980-000
Telefone: (35) 3541-2170
(conforme IN nº4 de 15/07/2012 e RDC nº751 de 15/09/2022.)
2.1- As instruções de uso das famílias Cassiflex estão disponibilizadas em formato não impresso e podem ser consultadas a qualquer tempo através do site Cassiflex (www.cassiflex.com.br);
2.2- Para identificar a instrução de uso do produto adquirido, o usuário deve observar no rótulo o número do Registro ANVISA e seu respectivo nome comercial. Com essas informações será possível identificar a instrução de uso correspondente ao seu produto;
2.3- As instruções de uso disponibilizadas apresentam as informações da revisão do documento e de sua data de emissão. É fundamental que o usuário consulte o rótulo do produto e observe qual a revisão da instrução de uso é correspondente ao produto fornecido;
2.4- O formato impresso das instruções de uso poderá ser solicitado sem custo adicional (inclusive de envio) pelo telefone +55 (35) 3541-2170 ou pelo e-mail qualidade@cassiflex.com.br. Na solicitação, o usuário deve informar a revisão da instrução de uso apresentada no rótulo do produto adquirido e o número do registro Anvisa.
Família (nome do dispositivo médico): INSTRUMENTOS CIRÚRGICOS ARTICULADOS CORTANTES CASSIFLEX
Registro Anvisa: 81454660001
Código: verificar rotulagem
Produto (nome comercial): verificar rotulagem
Lote: verificar rotulagem
Data de fabricação: verificar rotulagem
Validade: Indeterminada se respeita as instruções de uso
Número da revisão da instrução de uso: verificar rotulagem
Contém: 1 unidade
Responsável técnico: José Eduardo Chaves Nascimento – CRA/MG: 01-069985/D
Web site: www.cassiflex.com.br
3.1- Modelos comerciais da família
| Código | Produto | Código | Produto | Código | Produto |
| 500 | Tesoura cirúrgica 15 cm F/F reta | 516 | Tesoura joseph curva | 532 | Tesoura metzembaum 18 cm curva |
| 501 | Tesoura cirúrgica 15 cm F/F curva | 517 | Tesoura lister 14 cm p/ bandagem | 533 | Tesoura metzembaum 20 cm reta |
| 502 | Tesoura cirúrgica 15 cm F/R reta | 518 | Tesoura lister 17 cm p/ bandagem | 534 | Tesoura metzembaum 20 cm curva |
| 503 | Tesoura cirúrgica 15 cm F/R curva | 519 | Tesoura lister 19 cm p/ bandagem | 535 | Tesoura metzembaum 25 cm reta |
| 504 | Tesoura cirúrgica 15 cm R/R reta | 520 | Tesoura mayo stille 15 cm reta c/ serra | 536 | Tesoura metzembaum 25 cm curva |
| 505 | Tesoura cirúrgica 15 cm R/R curva | 521 | Tesoura mayo stille 15 cm reta | 537 | Tesoura metzembaum 28 cm reta |
| 506 | Tesoura cirúrgica 17 cm F/F reta | 522 | Tesoura mayo stille 15 cm curva | 538 | Tesoura metzembaum 28 cm curva |
| 507 | Tesoura cirúrgica 17 CM F/F curva | 523 | Tesoura mayo stille 15 cm reta | 539 | Tesoura metzembaum 30 cm reta |
| 508 | Tesoura cirúrgica 17 cm F/R reta | 524 | Tesoura mayo stille 17 cm reta | 540 | Tesoura metzembaum 30 cm curva |
| 509 | Tesoura cirúrgica 17 cm F/R curva | 555 | Tesoura mayo stille 19 cm reta | 541 | Tesoura ouro reta |
| 510 | Tesoura cirúrgica 17 cm R/R reta | 526 | Tesoura mayo stille 17 cm curva | 542 | Tesoura ouro curva |
| 511 | Tesoura cirúrgica 17 cm R/R curva | 527 | Tesoura metzembaum 12 cm reta | 496 | Tesoura buck (spencer) reta |
| 512 | Tesoura goldman fox curva | 528 | Tesoura metzembaum 12 cm curva | 497 | Tesoura buck (spencer) curva |
| 513 | Tesoura íris reta | 529 | Tesoura metzembaum 15 cm reta | 50 | Alicate perfurador ainsworth |
| 514 | Tesoura íris curva | 530 | Tesoura metzembaum 15 cm curva | 51 | Alveolótomo adulto curvo (pinça goiva) |
| 515 | Tesoura joseph reta | 531 | Tesoura metzembaum 18 cm reta | 52 | Alveolótomo adulto reto (pinça goiva) |
3.2 – Indicação de uso/Finalidade
Os Instrumentais articulados cortantes Cassiflex são utilizados em intervenções cirúrgicas: odontológicas e médicas, bem como para exames e procedimentos ambulatoriais.
4.1- Instruções
O produto é um material de uso permanente, não estéril, portanto deverá ser esterilizado antes de sua utilização, segundo as técnicas de esterilização de instrumentais cirúrgicos. Após ser utilizado o produto deverá ser lavado e secado imediatamente.
4.2 – Utilização
A utilização dos instrumentais descritos nesse processo devem sempre ser feita sob orientação técnica e restrita aos ambientes clínicos e hospitalares com os seguintes cuidados:
4.2.1- Manipulação
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração nas suas características. Devem ser manipulados cuidadosamente, em pequenos lotes, evitando-se batidas ou quedas. Qualquer instrumental que tenha caído ou sido inadequadamente manuseado, ou com suspeita de ter sofrido dano, deve ser separado e encaminhado ao responsável técnico habilitado da instituição para inspeção, mesmo que já tenha passado por esta etapa.
4.2.2 – Armazenamento
Os instrumentais devem ser armazenados de forma a manter sua configuração e evitando danificação da embalagem. O indicado é armazenar em local limpo, arejado, a temperatura ambiente, ao abrigo de luz direta, seco e com baixa contaminação por partículas. Devem ser evitados riscos, dobras ou entalhes dos instrumentos cirúrgúrgicos, visto que tais fatores aumentam a possibilidade de corrosão dos produtos.
4.2.3 – Conservação
Examine o instrumental antes do uso. NUNCA o utilize em caso de defeito, presumido ou aparente.
Em qualquer tipo de água há concentração de sais. Mesmo em uma água considerada potável, existe a possibilidade de concentração de certos elementos químicos que poderão danificar os instrumentos.
Se na água houver alguma concentração de Ferro, Cobre, Manganês, Magnésio ou Silício poderá haver a formação de manchas com cores diversas: marrom, azul ou arco-íris. Nesse caso não se trata de corrosão, mas sim de manchas.
Autoclaves desreguladas podem apresentar umidade residual a qual poderá provocar manchas e/ou corrosão.
Não armazenar o instrumental perto de produtos químicos que possam desprender gases corrosivos, a saber: cloro, iodo e ácidos em geral.
Cada instrumental foi criado e desenvolvido para executar uma determinada função, portanto, ele não deve ser utilizado fora dessas condições. Os instrumentos utilizados fora das suas condições normais de trabalho podem quebrar ou ter a sua vida útil reduzida
Existem instrumentais cirúrgicos apropriados para cada etapa da cirurgia. O desgaste habitual, o exercício de forças excessivas e o uso de instrumentos para finalidades diferentes podem prejudicar a evolução do procedimento.
Havendo desempenho variado, perda ou falta de precisão e instabilidade deve-se imediatamente substituir o instrumental.
Limpeza: detergente com cloro livre ou hidróxido de sódio NÃO devem ser usados. Em hipótese alguma utilize palhas de aço ou outros produtos abrasivos, mesmo quando saponáceos para remoção de sujidades remanescentes de qualquer etapa do processo de limpeza.
Todo o instrumental deve ser lavado imediatamente após sua utilização e antes que as secreções ou sangue possam secar. Aqueles que puderem devem ser lavados e desmontados.
Os instrumentais devem ser mantidos em suas embalagens originais até a sua esterilização e uso. Após o uso, deve ser realizada uma limpeza correta, a fim de evitar incrustações e corrosões. Verificar, a cada uso, se os instrumentais não sofreram dano. Somente profissionais especializados e treinados nas técnicas cirúrgicas poderão utilizar estes instrumentais.
É indicado que sejam seguidas as orientações do fabricante quanto aos processos de limpeza, esterilização, manuseio, transporte e armazenamento.
Os instrumentais devem ser removidos de suas embalagens e limpos com álcool para fins médicos a 70% + água destilada 30%. Após limpeza, os produtos devem ser enxaguados com água destilada estéril e secar com pano de limpeza que não libere fibras.
O processo para reutilização do instrumental cirúrgico envolve, no mínimo, cinco etapas básicas: limpeza prévia, desinfecção, lavagem, enxágue e esterilização.
8.1- Limpeza prévia
Para limpeza do instrumento, usar somente sabão neutro a 1% ou detergente enzimático neutro. Não usar solução química, por ser corrosiva.
Recomenda-se que todo instrumental seja limpo imediatamente após o procedimento cirúrgico em que for empregado evitando o endurecimento de sujidades oriundas deste procedimento.
Todo procedimento de limpeza manual deve ser realizado utilizando-se equipamentos de proteção individual apropriados. Nas operações de limpeza em equipamentos automáticos, as instruções dos fabricantes devem ser rigorosamente seguidas, em especial quanto aos produtos e à qualidade da água a serem empregados.
A qualidade da água é fator fundamental tanto para o processo de limpeza, quanto para a conservação do instrumental. A presença de elementos particulados, a concentração de elementos ou substancias químicas, e o desequilíbrio de pH pode deteriorar o instrumento bem como à indução do processo de corrosão, como no caso de presença excessiva de cloretos.
Recomenda-se que a água empregada na lavagem do instrumental esteja de acordo com as exigências de qualidade estabelecida no processo de conservação.
O instrumental deve ser mergulhado aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo água e detergente, à temperatura ambiente. A seguir, deve ser rigorosamente lavado em água corrente, preferencialmente morna. Essa fase deve sempre ser realizada com água a temperaturas inferiores a 45°C, pois temperaturas mais elevadas causam a coagulação das proteínas, dificultando o processo de remoção de incrustações dos instrumentais.
8.2- Desinfecção
É feita através da imersão do instrumental aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo solução de desinfetante em água, à temperatura ambiente (desinfecção química), ou em banho aquecido (desinfecção termoquímica). O tempo de imersão do instrumental depende tanto da temperatura de operação, quanto da diluição, e do tipo de desinfetante empregado.
8.3- Lavagem
As peças devem ser totalmente escovadas, com escova de cerdas macias. O instrumental, quando pertinente, deve ser desmontado e cada componente lavado isoladamente. Especial atenção deve ser dada às áreas de difícil acesso, onde pode ocorrer a retenção de tecidos orgânicos e a deposição de secreções ou soluções desinfetantes.
8.4- Enxágue
O instrumental deve ser enxaguado, abundantemente, em água corrente. Recomenda-se a utilização de água aquecida para o enxágue do instrumental.
8.5- Métodos de Esterilização
Os instrumentais devem ser esterilizados antes do uso. Os parâmetros adequados do processo para cada equipamento e volume devem ser analisados e conduzidos por pessoas treinadas e especializadas em processos de esterilização, assegurando a completa eficiência desse procedimento.
O processo mais utilizado é o auto clave nas seguintes temperaturas:
121°C (1,0 atm): 20 minutos
126°C (1,4 atm): 10 minutos
134°C (2,0 atm): 3 minutos
O produto depois de esterilizado deve ser armazenado em sua embalagem não violável.
Quando houver a necessidade de se descartar o instrumental, o mesmo deve ser inutilizado imediatamente deforma a evitar que seja utilizado inadvertidamente.
O descarte dos instrumentos deverá obedecer às normas relativas a eliminação de lixo hospitalar contaminante, descartando-se em recipientes apropriados e com identificação clara de que se trata de lixo contaminante.
Recomendamos que as peças sejam cortadas, entortadas ou limadas para sua inutilização. Para descartar os instrumentais, deve-se seguir os procedimentos legais locais do país para descarte de produtos potencialmente contaminantes.
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração de suas características físicas ou qualquer deterioração da embalagem. Não são aplicáveis parâmetros específicos de temperatura e umidade. É recomendado que o responsável pelo transporte evite choques mecânicos.
Não se aplica.
Não se aplica.
Por se tratar de um instrumental cirúrgico ou odontológico o mesmo deverá ser manuseado por profissional habilitado segundo as técnicas cirúrgicas e a critérios médicos.
Fabricante: Cassiflex Ltda – CNPJ: 04.901.171/0001-42
Endereço: Avenida Humberto de Almeida Nº455 Bairro: São José
Cidade: Cássia MG – CEP: 37.980-000
Telefone: (35) 3541-2170
(conforme IN nº4 de 15/07/2012 e RDC nº751 de 15/09/2022.)
2.1- As instruções de uso das famílias Cassiflex estão disponibilizadas em formato não impresso e podem ser consultadas a qualquer tempo através do site Cassiflex (www.cassiflex.com.br);
2.2- Para identificar a instrução de uso do produto adquirido, o usuário deve observar no rótulo o número do Registro ANVISA e seu respectivo nome comercial. Com essas informações será possível identificar a instrução de uso correspondente ao seu produto;
2.3- As instruções de uso disponibilizadas apresentam as informações da revisão do documento e de sua data de emissão. É fundamental que o usuário consulte o rótulo do produto e observe qual a revisão da instrução de uso é correspondente ao produto fornecido;
2.4- O formato impresso das instruções de uso poderá ser solicitado sem custo adicional (inclusive de envio) pelo telefone +55 (35) 3541-2170 ou pelo e-mail qualidade@cassiflex.com.br. Na solicitação, o usuário deve informar a revisão da instrução de uso apresentada no rótulo do produto adquirido e o número do registro Anvisa.
Família (nome do dispositivo médico): INSTRUMENTOS CIRÚRGICOS ARTICULADOS NÃO CORTANTES CASSIFLEX
Registro Anvisa: 81454660004
Código: verificar rotulagem
Produto (nome comercial): verificar rotulagem
Lote: verificar rotulagem
Data de fabricação: verificar rotulagem
Validade: Indeterminada se respeita as instruções de uso
Número da revisão da instrução de uso: verificar rotulagem
Contém: 1 unidade
Responsável técnico: José Eduardo Chaves Nascimento – CRA/MG: 01-069985/D
Web site: www.cassiflex.com.br
3.1- Modelos comerciais da família
| Código | Produto | Código | Produto | Código | Produto |
| 3 | Abridor de Gesso Henning 27 cm | 689 | Alicate p/ Orto Corte Amarrilho c/ vídia | 330 | Forceps Infantil N°44 |
| 4 | Abridor de Gesso Wolff 23 cm | 690 | Alicate p/ Orto N°200 Tridente curto | 602 | Forceps Infantil N°46 |
| 660 | Alicate para Orto Nº 001 Nance | 691 | Alicate p/ Orto N°201 Tridente Angulado | 331 | Forceps Infantil N°65 |
| 48 | Alicate para Orto Nº 53 Jaraback | 692 | Alicate p/ Orto N°210 | 332 | Forceps Infantil N°69 |
| 670 | Alicate p/ Orto N°60 Meia Cana | 693 | Alicate p/ Orto N°266 corte cromado | 732 | Forceps Infantil N°121 |
| 49 | Alicate p/ Orto N°74 p/ dobrar fios | 669 | Alicate p/ Orto N°325 p/ Extra Oral | 323 | Forceps Infantil N°150 |
| 672 | Alicate p/ Orto N°104 p/ dobrar fios | 661 | Alicate p/ Orto N°346 de Brackt Colado | 324 | Forceps Infantil N°151 |
| 673 | Alicate p/ Orto N°107 p/ dobrar fios | 662 | Alicate p/ Orto N°350 Tweed | 329 | Forceps Infantil N°203 |
| 665 | Alicate p/ Orto N°109 De La Rosa | 696 | Alicate p/ Orto N°351 meia cana delicado | 731 | Fórceps Infantil N°210 |
| 674 | Alicate p/ Orto N°110 How reto | 698 | Alicate p/ Orto N°410 alicate barra palatina | 349 | Pinça Adson com dente |
| 675 | Alicate p/ Orto N°111 How curvo | 668 | Alicate p/ Orto N°442 tork curto / Longo | 350 | Pinça Adson sem dente |
| 676 | Alicate p/ Orto N°114 de Johnson | 699 | Alicate p/ Orto N°767 de binlon | 351 | Pinça Allis 15 cm |
| 677 | Alicate p/ Orto N°118 p/ contorno | 701 | Alicate p/ Orto N°769 Baad Angulado | 352 | Pinça Allis 18 cm |
| 667 | Alicate p/ Orto N°120 Weingart | 241 | Especímetro | 353 | Pinça Allis 20 cm |
| 43 | Alicate p/ Orto N°121 p/ fios | 242 | Especulo Vaginal P | 354 | Pinça Allis 25 cm |
| 678 | Alicate p/ Orto N°128 C p/ Coroa | 243 | Especulo Vaginal M | 355 | Pinça Allis 12 cm Baby |
| 666 | Alicate p/ Orto N°127 p/ Gancho Bola | 244 | Especulo Vaginal G | 356 | Pinça Anatômica 12cm |
| 680 | Alicate p/ Orto N°130 p/ Adams Longo | 550 | Forceps Adulto N°01 | 357 | Pinça Anatômica 14cm |
| 681 | Alicate p/ Orto N°137 p/ contornar bandas | 311 | Forceps Adulto N°16 | 358 | Pinça Anatômica 16cm |
| 44 | Alicate p/ Orto N°139 p/ Fios | 312 | Forceps Adulto N°17 | 760 | Pinça Anatômica 20 cm |
| 45 | Alicate p/ Orto N°141 p/ rebitar banda | 313 | Forceps Adulto N°18L | 359 | Pinça Backaus 10cm |
| 682 | Alicate p/ Orto N°155 p/ banda Anterior | 314 | Forceps Adulto N°18R | 360 | Pinça Backaus 13cm |
| 683 | Alicate p/ Orto N°156 de fischer | 590 | Forceps Adulto N°23 | 361 | Pinça Cheron 25 cm |
| 684 | Alicate p/ Orto N°157 p/ banda posterior | 588 | Forceps Adulto N°27 | 362 | Pinça Clínica c/ mola N°317 (Especial) |
| 664 | Alicate p/ Orto N°158 p/ ligadura | 709 | Forceps Adulto N°44 | 363 | Pinça Clínica Infantil |
| 685 | Alicate p/ Orto N°160 p/ colocar elástico | 727 | Forceps Adulto N°46 | 926 | Pinça Clínica N°318 |
| 686 | Alicate p/ Orto N°168 p/ dobrar V | 315 | Forceps Adulto N°53L | 364 | Pinça Clínica s/ mola N°317 (Algodão) |
| 687 | Alicate p/ Orto N°193 p/ resina | 316 | Forceps Adulto N°53R | 365 | Pinça Collin Coração Oval reta 16 cm |
| 688 | Alicate p/ Orto Corte Distal c/ vídia | 726 | Forceps Adulto N°62 | 366 | Pinça Crille 14 cm reta |
| 318 | Forceps Adulto N°65 | 973 | Pinça Crille 14 cm curva | 409 | Pinça Kocher 26 cm reta |
| 614 | Forceps Adulto N°68 | 367 | Pinça Crille 16 cm reta | 410 | Pinça Kocher 26 cm curva |
| 319 | Forceps Adulto N°69 | 734 | Pinça Crille 16 cm curva | 411 | Pinça Kocher 30 cm reta |
| 611 | Forceps Adulto N°99ª | 368 | Pinça Dente de Rato 12cm | 412 | Pinça Kocher 30 cm curva |
| 308 | Forceps Adulto N°101 | 369 | Pinça Dente de Rato 14cm | 742 | Pinça Micro Relojoeiro reta 13 cm |
| 309 | Forceps Adulto N°150 | 370 | Pinça Dente de Rato 16cm | 413 | Pinça Mosquito 10 cm reta |
| 310 | Forceps Adulto N°151 | 761 | Pinça Dente de Rato 20cm | 414 | Pinça Mosquito 10 cm curva |
| 589 | Fórceps Adulto N°203 | 371 | Pinça Foerster 16 cm reta | 415 | Pinça Mosquito 12 cm reta |
| 612 | Fórceps Adulto N°210 | 372 | Pinça Foerster 16 cm curva | 416 | Pinça Mosquito 12 cm curva |
| 317 | Fórceps Adulto N°222 | 373 | Pinça Foerster 18 cm reta | 417 | Pinça Mosquito 18 cm reta |
| 321 | Forceps Infantil N°01 | 374 | Pinça Foerster 18 cm curva | 418 | Pinça Mosquito 18 cm curva |
| 333 | Forceps Infantil N°02 | 375 | Pinça Foerster 20 cm reta | 419 | Pinça Mulher p/ Carbono |
| 334 | Forceps Infantil N°03 | 376 | Pinça Foerster 20 cm curva | 420 | Pinça p/ Colagem de Bracket |
| 335 | Forceps Infantil N°04 | 377 | Pinça Foerster 24 cm reta | 421 | Pinça p/ Instrumento 2×1 reta/curva |
| 595 | Forceps Infantil N°05 | 378 | Pinça Foerster 24 cm curva | 422 | Pinça p/ Raiz inferior/superior |
| 598 | Forceps Infantil N°06 | 379 | Pinça Hartmann 14 cm c/ serrilha | 888 | Pinça para cone ou pivo c/ trava 15 cm |
| 320 | Forceps Infantil N°16 | 380 | Pinça Hartmann 15 cm p/ curativo | 423 | Pinça Pean 14 cm |
| 325 | Forceps Infantil N°17 | 381 | Pinça Hartmann 16,5 cm c/ serrilha | 424 | Pinça Pean 16 cm |
| 326 | Forceps Infantil N°18D | 382 | Pinça Hartmann 19 cm p/ curativo | 425 | Pinça Perry 13 cm |
| 327 | Forceps Infantil N°18L | 383 | Pinça Hartmann 20 cm c/ serrilha | 426 | Pinça Porta Grampo Brewer |
| 328 | Forceps Infantil N°18R | 384 | Pinça Hartmann 28 cm c/ serrilha | 427 | Pinça Porta Grampo Palmer |
| 601 | Forceps Infantil N°21 | 385 | Pinça Hartmann 9 cm c/ dente | 428 | Pinça Pozzi 24 cm |
| 591 | Forceps Infantil N°23 | 386 | Pinça Hartmann 9 cm c/ serrilha | 961 | Pinça Rochester Pean 16 cm curva |
| 608 | Forceps Infantil N°27 | 387 | Pinça Hartmann Micro 8 cm curva p/ cima | 960 | Pinça Rochester Pean 16 cm reta |
| 388 | Pinça Hartmann Micro 8 cm curva/direita | 963 | Pinça Rochester Pean 18 cm curva | 442 | Porta Agulha Mayo Hegar 18 cm c/ vídia |
| 389 | Pinça Hartmann Micro 8 cm curva/esquerda | 962 | Pinça Rochester Pean 18 cm reta | 443 | Porta Agulha Mayo Hegar 20 cm |
| 390 | Pinça Hartmann Micro 8 cm reta | 827 | Pinça Rompe Bolsa 20 cm | 444 | Porta Agulha Mayo Hegar 20 cm c/ vídia |
| 752 | Pinça Jacaré p/ Retirada de DIU 20 cm | 430 | Porta agulha Castroviejo reto c/ vídia | 450 | Porta Amálgama Inox |
| 391 | Pinça Kelly 14 cm reta | 431 | Porta agulha Castroviejo curvo c/ vídia | 451 | Porta Amálgama Micro |
| 392 | Pinça Kelly 14 cm curva | 432 | Porta agulha Castroviejo reto | 454 | Porta Matriz ivory |
| 393 | Pinça Kelly 16 cm reta | 433 | Porta agulha Castroviejo curvo | 455 | Porta matriz Tofflemire adulto |
| 394 | Pinça Kelly 16 cm curva | 434 | Porta Agulha Mathieu 11 cm | 456 | Porta matriz Tofflemire infantil |
| 395 | Pinça Kelly 18 cm reta | 435 | Porta Agulha Mathieu 14 cm | 460 | Saca Prótese com 05 Pontas |
| 396 | Pinça Kelly 18 cm curva | 436 | Porta Agulha Mathieu 17 cm | 461 | Saca Prótese com 03 Pontas |
| 397 | Pinça Kocher 14 cm reta | 437 | Porta Agulha Mayo Hegar 14 cm | 462 | Seringa Carpule |
| 398 | Pinça Kocher 14 cm curva | 438 | Porta Agulha Mayo Hegar 14 cm c/ vídia | ||
| 399 | Pinça Kocher 16 cm reta | 440 | Porta Agulha Mayo Hegar 16 cm | ||
| 400 | Pinça Kocher 16 cm curva | 441 | Porta Agulha Mayo Hegar 18 cm | ||
| 401 | Pinça Kocher 18 cm reta | 405 | Pinça Kocher 22 cm reta | ||
| 402 | Pinça Kocher 18 cm curva | 406 | Pinça Kocher 22 cm curva | ||
| 403 | Pinça Kocher 20 cm reta | 407 | Pinça Kocher 24 cm reta | ||
| 404 | Pinça Kocher 20 cm curva | 408 | Pinça Kocher 24 cm curva |
3.2 – Indicação de uso/Finalidade
Os instrumentais articulados não cortantes Cassiflex são utilizados em intervenções cirúrgicas: odontológicas e médicas, bem como para exames e procedimentos ambulatoriais.
4.1- Instruções
O produto é um material de uso permanente, não estéril, portanto deverá ser esterilizado antes de sua utilização, segundo as técnicas de esterilização de instrumentais cirúrgicos. Após ser utilizado o produto deverá ser lavado e secado imediatamente.
4.2 – Utilização
A utilização dos instrumentais descritos nesse processo devem sempre ser feita sob orientação técnica e restrita aos ambientes clínicos e hospitalares com os seguintes cuidados:
4.2.1- Manipulação
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração nas suas características. Devem ser manipulados cuidadosamente, em pequenos lotes, evitando-se batidas ou quedas. Qualquer instrumental que tenha caído ou sido inadequadamente manuseado, ou com suspeita de ter sofrido dano, deve ser separado e encaminhado ao responsável técnico habilitado da instituição para inspeção, mesmo que já tenha passado por esta etapa.
4.2.2 – Armazenamento
Os instrumentais devem ser armazenados de forma a manter sua configuração e evitando danificação da embalagem. O indicado é armazenar em local limpo, arejado, a temperatura ambiente, ao abrigo de luz direta, seco e com baixa contaminação por partículas. Devem ser evitados riscos, dobras ou entalhes dos instrumentos cirúrgúrgicos, visto que tais fatores aumentam a possibilidade de corrosão dos produtos.
4.2.3 – Conservação
Examine o instrumental antes do uso. NUNCA o utilize em caso de defeito, presumido ou aparente.
Em qualquer tipo de água há concentração de sais. Mesmo em uma água considerada potável, existe a possibilidade de concentração de certos elementos químicos que poderão danificar os instrumentos.
Se na água houver alguma concentração de Ferro, Cobre, Manganês, Magnésio ou Silício poderá haver a formação de manchas com cores diversas: marrom, azul ou arco-íris. Nesse caso não se trata de corrosão, mas sim de manchas.
Autoclaves desreguladas podem apresentar umidade residual a qual poderá provocar manchas e/ou corrosão.
Não armazenar o instrumental perto de produtos químicos que possam desprender gases corrosivos, a saber: cloro, iodo e ácidos em geral.
Cada instrumental foi criado e desenvolvido para executar uma determinada função, portanto, ele não deve ser utilizado fora dessas condições. Os instrumentos utilizados fora das suas condições normais de trabalho podem quebrar ou ter a sua vida útil reduzida
Existem instrumentais cirúrgúrgicos apropriados para cada etapa da cirurgia. O desgaste habitual, o exercício de forças excessivas e o uso de instrumentos para finalidades diferentes podem prejudicar a evolução do procedimento.
Havendo desempenho variado, perda ou falta de precisão e instabilidade deve-se imediatamente substituir o instrumental.
Limpeza: detergente com cloro livre ou hidróxido de sódio NÃO devem ser usados. Em hipótese alguma utilize palhas de aço ou outros produtos abrasivos, mesmo quando saponáceos para remoção de sujidades remanescentes de qualquer etapa do processo de limpeza.
Todo o instrumental deve ser lavado imediatamente após sua utilização e antes que as secreções ou sangue possam secar. Aqueles que puderem devem ser lavados e desmontados.
Os instrumentais devem ser mantidos em suas embalagens originais até a sua esterilização e uso. Após o uso, deve ser realizada uma limpeza correta, a fim de evitar incrustações e corrosões. Verificar, a cada uso, se os instrumentais não sofreram dano. Somente profissionais especializados e treinados nas técnicas cirúrgicas poderão utilizar estes instrumentais.
É indicado que sejam seguidas as orientações do fabricante quanto aos processos de limpeza, esterilização, manuseio, transporte e armazenamento.
Os instrumentais devem ser removidos de suas embalagens e limpos com álcool para fins médicos a 70% + água destilada 30%. Após limpeza, os produtos devem ser enxaguados com água destilada estéril e secar com pano de limpeza que não libere fibras.
O processo para reutilização do instrumental cirúrgico envolve, no mínimo, cinco etapas básicas: limpeza prévia, desinfecção, lavagem, enxágue e esterilização.
8.1- Limpeza prévia
Para limpeza do instrumento, usar somente sabão neutro a 1% ou detergente enzimático neutro. Não usar solução química, por ser corrosiva.
Recomenda-se que todo instrumental seja limpo imediatamente após o procedimento cirúrgico em que for empregado evitando o endurecimento de sujidades oriundas deste procedimento.
Todo procedimento de limpeza manual deve ser realizado utilizando-se equipamentos de proteção individual apropriados. Nas operações de limpeza em equipamentos automáticos, as instruções dos fabricantes devem ser rigorosamente seguidas, em especial quanto aos produtos e à qualidade da água a serem empregados.
A qualidade da água é fator fundamental tanto para o processo de limpeza, quanto para a conservação do instrumental. A presença de elementos particulados, a concentração de elementos ou substancias químicas, e o desequilíbrio de pH pode deteriorar o instrumento bem como à indução do processo de corrosão, como no caso de presença excessiva de cloretos.
Recomenda-se que a água empregada na lavagem do instrumental esteja de acordo com as exigências de quality estabelecida no processo de conservação.
O instrumental deve ser mergulhado aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo água e detergente, à temperatura ambiente. A seguir, deve ser rigorosamente lavado em água corrente, preferencialmente morna. Essa fase deve sempre ser realizada com água a temperaturas inferiores a 45°C, pois temperaturas mais elevadas causam a coagulação das proteínas, dificultando o processo de remoção de incrustações dos instrumentais.
8.2- Desinfecção
É feita através da imersão do instrumental aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo solução de desinfetante em água, à temperatura ambiente (desinfecção química), ou em banho aquecido (desinfecção termoquímica). O tempo de imersão do instrumental depende tanto da temperatura de operação, quanto da diluição, e do tipo de desinfetante empregado.
8.3- Lavagem
As peças devem ser totalmente escovadas, com escova de cerdas macias. O instrumental, quando pertinente, deve ser desmontado e cada componente lavado isoladamente. Especial atenção deve ser dada às áreas de difícil acesso, onde pode ocorrer a retenção de tecidos orgânicos e a deposição de secreções ou soluções desinfetantes.
8.4- Enxágue
O instrumental deve ser enxaguado, abundantemente, em água corrente. Recomenda-se a utilização de água aquecida para o enxágue do instrumental.
8.5- Métodos de Esterilização
Os instrumentais devem ser esterilizados antes do uso. Os parâmetros adequados do processo para cada equipamento e volume devem ser analisados e conduzidos por pessoas treinadas e especializadas em processos de esterilização, assegurando a completa eficiência desse procedimento.
O processo mais utilizado é o auto clave nas seguintes temperaturas:
121°C (1,0 atm): 20 minutos
126°C (1,4 atm): 10 minutos
134°C (2,0 atm): 3 minutos
O produto depois de esterilizado deve ser armazenado em sua embalagem não violável.
Quando houver a necessidade de se descartar o instrumental, o mesmo deve ser inutilizado imediatamente deforma a evitar que seja utilizado inadvertidamente.
O descarte dos instrumentos deverá obedecer às normas relativas a eliminação de lixo hospitalar contaminante, descartando-se em recipientes apropriados e com identificação clara de que se trata de lixo contaminante.
Recomendamos que as peças sejam cortadas, entortadas ou limadas para sua inutilização. Para descartar os instrumentais, deve-se seguir os procedimentos legais locais do país para descarte de produtos potencialmente contaminantes.
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração de suas características físicas ou qualquer deterioração da embalagem. Não são aplicáveis parâmetros específicos de temperatura e umidade. É recomendado que o responsável pelo transporte evite choques mecânicos.
Não se aplica.
Não se aplica
Por se tratar de um instrumental cirúrgico ou odontológico o mesmo deverá ser manuseado por profissional habilitado segundo as técnicas cirúrgicas e a critérios médicos.
Fabricante: Cassiflex Ltda – CNPJ: 04.901.171/0001-42
Endereço: Avenida Humberto de Almeida Nº455 Bairro: São José
Cidade: Cássia MG – CEP: 37.980-000
Telefone: (35) 3541-2170
(conforme IN nº4 de 15/07/2012 e RDC nº751 de 15/09/2022.)
2.1- As instruções de uso das famílias Cassiflex estão disponibilizadas em formato não impresso e podem ser consultadas a qualquer tempo através do site Cassiflex (www.cassiflex.com.br);
2.2- Para identificar a instrução de uso do produto adquirido, o usuário deve observar no rótulo o número do Registro ANVISA e seu respectivo nome comercial. Com essas informações será possível identificar a instrução de uso correspondente ao seu produto;
2.3- As instruções de uso disponibilizadas apresentam as informações da revisão do documento e de sua data de emissão. É fundamental que o usuário consulte o rótulo do produto e observe qual a revisão da instrução de uso é correspondente ao produto fornecido;
2.4- O formato impresso das instruções de uso poderá ser solicitado sem custo adicional (inclusive de envio) pelo telefone +55 (35) 3541-2170 ou pelo e-mail qualidade@cassiflex.com.br. Na solicitação, o usuário deve informar a revisão da instrução de uso apresentada no rótulo do produto adquirido e o número do registro Anvisa.
Família (nome do dispositivo médico): INSTRUMENTOS CIRÚRGICOS E ODONTOLÓGICOS CASSIFLEX LINHA EVOLUTION
Registro Anvisa: 81454660003
Código: verificar rotulagem
Produto (nome comercial): verificar rotulagem
Lote: verificar rotulagem
Data de fabricação: verificar rotulagem
Validade: Indeterminada se respeita as instruções de uso
Número da revisão da instrução de uso: verificar rotulagem
Contém: 1 unidade
Responsável técnico: José Eduardo Chaves Nascimento – CRA/MG: 01-069985/D
Web site: www.cassiflex.com.br
3.1- Modelos comerciais da família
| Código | Produto | Código | Produto | Código | Produto |
| 3000 | APLICADOR DYCAL DUPLO ANGULADO | 3054 | CONDENSADOR HOLLEMBACK Nº1 | 3108 | CURETA GRACEY Nº 5-6 |
| 3001 | APLICADOR DYCAL RETO | 3055 | CONDENSADOR HOLLEMBACK Nº2 | 3109 | CURETA GRACEY Nº 7-8 |
| 3002 | APLICADOR DYCAL SIMPLES | 3056 | CONDENSADOR HOLLEMBACK Nº3 | 3110 | CURETA GRACEY Nº 9-10 |
| 3003 | BRUNIDOR BENNETT (QUADRUPLO) | 3057 | CONDENSADOR HOLLEMBACK Nº4 | 3111 | CURETA IVORY Nº 2-3 |
| 3004 | BRUNIDOR Nº28 | 3058 | CONDENSADOR HOLLEMBACK Nº5 | 3112 | CURETA LUCAS 84 |
| 3005 | BRUNIDOR Nº29 | 3059 | CONDENSADOR HOLLEMBACK Nº6 | 3115 | CURETA LUCAS 85 |
| 3006 | BRUNIDOR Nº30 | 3060 | CONDENSADOR HOLLEMBACK Nº7 | 3116 | CURETA LUCAS 86 |
| 3007 | BRUNIDOR Nº31 | 3061 | CONDENSADOR DE SCHILDER DUPLOS 1-2 | 3117 | CURETA LUCAS 87 |
| 3008 | BRUNIDOR Nº32 | 3062 | CONDENSADOR DE SCHILDER DUPLOS 1-4 | 3118 | CURETA MACCALL Nº1-10 |
| 3009 | BRUNIDOR Nº33 | 3063 | CONDENSADOR DE SCHILDER DUPLOS 2-3 | 3119 | CURETA MACCALL Nº11-12 |
| 3010 | BRUNIDOR Nº34 | 3064 | CONDENSADOR DE SCHILDER DUPLOS 3-4 | 3120 | CURETA MACCALL Nº13-14 |
| 3011 | BRUNIDOR Z DUPLO Nº1 | 3065 | CONDENSADOR DE SCHILDER DUPLOS 3-5 | 3121 | CURETA MACCALL Nº15-16 |
| 3012 | BRUNIDOR Z DUPLO Nº2 | 3066 | CONDENSADOR DE SCHILDER DUPLOS 4-5 | 3122 | CURETA MACCALL Nº17-18 |
| 3013 | BRUNIDOR Z DUPLO Nº3 | 3067 | CONDENSADOR DE SCHILDER SIMPLES Nº01 | 3123 | CURETA MACCALL Nº19-20 |
| 3014 | BRUNIDOR Z DUPLO Nº4 | 3068 | CONDENSADOR DE SCHILDER SIMPLES Nº02 | 3124 | CURETA MACCALL Nº4-8 |
| 3015 | BRUNIDOR Z DUPLO Nº5 | 3069 | CONDENSADOR DE SCHILDER SIMPLES Nº03 | 3125 | CURETA MACCALL Nº7-9 |
| 3016 | BRUNIDOR Z DUPLO Nº6 | 3070 | CONDENSADOR DE SCHILDER SIMPLES Nº04 | 3126 | CURETA MEAD Nº01 |
| 3018 | CALCADOR CLEV DENT Nº21 | 3071 | CONDENSADOR DE SCHILDER SIMPLES Nº05 | 3127 | CURETA MEAD Nº02 |
| 3019 | CALCADOR CLEV DENT Nº21B | 3072 | CORTANTE DE BLACK Nº28 | 3128 | CURETA MOLT Nº02 COM DISSECTOR |
| 3020 | CALCADOR DE FIO GENGIVAL REDONDO | 3073 | CORTANTE DE BLACK Nº29 | 3130 | CURETA PONTA MORSE Nº0-00 |
| 3021 | CALCADOR DE FIO GENGIVAL RETO | 3074 | CURETA ARGOLA | 3131 | DESCOLADOR DE BUSER 17 CM |
| 3022 | CALCADOR EAMES | 3075 | CURETA CIRÚRGICA KRAMER Nº01 | 3132 | DESCOLADOR DE BUSER Nº01 |
| 3023 | CALCADOR ESPATULADO SUPRAFILL | 3076 | CURETA CIRÚRGICA KRAMER Nº02 | 3133 | DESCOLADOR DE BUSER Nº02 |
| 3024 | CALCADOR PAIVA Nº01-02 | 3077 | CURETA CIRÚRGICA KRAMER Nº03 | 3134 | DESCOLADOR FREER MICRO |
| 3025 | CALCADOR PAIVA Nº03-04 | 3078 | CURETA COLUMBIA13-14 | 3136 | DESCOLADOR DE MOLT Nº2-4 |
| 3026 | CALCADOR PAIVA Nº03 | 3079 | CURETA DE MARCO Nº01 | 3137 | DESCOLADOR DE MOLT Nº9 |
| 3027 | CALCADOR RABO DE PEIXE | 3080 | CURETA DE MARCO Nº02 | 3138 | DESCOLADOR FREER |
| 3028 | CALCADOR UNHA DE GATO | 3081 | CURETA DE PÁDUA LIMA Nº1-2 | 3139 | DESCOLADOR GOLDMAN FOX 14 |
| 3029 | CALCADOR WARD Nº1 | 3082 | CURETA DE PÁDUA LIMA Nº3-4 | 3140 | DESCOLADOR HOURIGAN PH2 |
| 3030 | CALCADOR WARD Nº2 | 3083 | CURETA DE PÁDUA LIMA Nº5-6 | 3141 | DESCOLADOR MEAD |
| 3031 | CALCADOR WARD Nº3 | 3084 | CURETA FINLÂNDIA WS Nº 14-15 | 3142 | DESCOLADOR MOLT 4 COM DISSECTOR |
| 3032 | CALCADOR WARD Nº4 | 3085 | CURETA FOICE JACQUETTE Nº 31-32 | 3143 | DISSECTOR DUPLO |
| 3033 | CALCADOR WARD Nº5 | 3086 | CURETA FOICE JACQUETTE Nº 34-35 | 3144 | DOBRADOR DE AMARRILHO (SPUTINICK) |
| 3034 | CALCADOR WARD Nº6 | 3087 | CURETA FOICE SH 5 33 | 3145 | DOBRADOR DE AMARRILHO C/SONDA Nº3 |
| 3035 | CINZEL DE ROHDES 36/37 | 3088 | CURETA GOLDMAN FOX 6/7 | 3146 | ESCAVADOR DUPLO Nº 11-12 |
| 3036 | CINZEL DE WEDELSTAEDT Nº1/2 | 3089 | CURETA GOLDMAN FOX Nº01 | 3147 | ESCAVADOR DUPLO Nº 17-18 |
| 3037 | CINZEL DE WEDELSTAEDT Nº3/4 | 3090 | CURETA GOLDMAN FOX Nº02 | 3148 | ESCAVADOR HASTE LONGA Nº1 (PULPOTOMIA) |
| 3038 | CINZEL DE WEDELSTAEDT Nº5/6 | 3091 | CURETA GOLDMAN FOX Nº03 | 3149 | ESCAVADOR HASTE LONGA Nº2 (PULPOTOMIA) |
| 3039 | CINZEL MICRO OCHSENBEIN Nº01 | 3092 | CURETA GOLDMAN FOX Nº04 | 3150 | ESCAVADOR HASTE LONGA Nº3 (PULPOTOMIA) |
| 3040 | CINZEL MICRO OCHSENBEIN Nº02 | 3093 | CURETA GRACEY MINI FIVE Nº 11-12 | 3151 | ESCAVADOR HASTE LONGA Nº4 (PULPOTOMIA) |
| 3041 | CINZEL MICRO OCHSENBEIN Nº03 | 3094 | CURETA GRACEY MINI FIVE Nº 1-2 | 3152 | ESCAVADOR HASTE LONGA Nº5 (PULPOTOMIA) |
| 3042 | CINZEL MICRO OCHSENBEIN Nº04 | 3095 | CURETA GRACEY MINI FIVE Nº 13-14 | 3153 | ESCAVADOR HASTE LONGA Nº6 (PULPOTOMIA) |
| 3043 | CINZEL OCHSENBEIN Nº01 | 3096 | CURETA GRACEY MINI FIVE Nº 15-16 | 3154 | ESCAVADOR HASTE LONGA Nº16 |
| 3044 | CINZEL OCHSENBEIN Nº02 | 3097 | CURETA GRACEY MINI FIVE Nº 17-18 | 3155 | ESCAVADOR HASTE LONGA Nº17 |
| 3045 | CINZEL OCHSENBEIN Nº03 | 3098 | CURETA GRACEY MINI FIVE Nº 3-4 | 3156 | ESCAVADOR HASTE LONGA Nº18 |
| 3046 | CINZEL OCHSENBEIN Nº04 | 3099 | CURETA GRACEY MINI FIVE Nº 5-6 | 3157 | ESCAVADOR HASTE LONGA Nº19 |
| 3047 | COLOCADOR DE ELASTIC C/ HOLL Nº6 | 3100 | CURETA GRACEY MINI FIVE Nº 7-8 | 3158 | ESCAVADOR HASTE LONGA Nº20 |
| 3048 | COLOCADOR DE ELASTIC C/ SONDA Nº3 | 3101 | CURETA GRACEY MINI FIVE Nº 9-10 | 3159 | ESCAVADOR LONGO Nº35-36 INFANTIL |
| 3049 | COLOCADOR DE ELASTIC DUPLO | 3102 | CURETA GRACEY Nº 11-12 | 3160 | ESCAVADOR Nº 0 (COLHER DENTINA) |
| 3052 | CONDENSADOR DUPLO LUCAS Nº3 | 3103 | CURETA GRACEY Nº 1-2 | 3161 | ESCAVADOR Nº 11-1/2 (COLHER DENTINA) |
| 3053 | CONDENSADOR DUPLO LUCAS Nº4 | 3104 | CURETA GRACEY Nº 13-14 | 3162 | ESCAVADOR Nº 11-12 INFANTIL |
| 3054 | CONDENSADOR HOLLEMBACK Nº1 | 3105 | CURETA GRACEY Nº 15-16 | 3163 | ESCAVADOR Nº 14 (COLHER DENTINA) |
| 3055 | CONDENSADOR HOLLEMBACK Nº2 | 3106 | CURETA GRACEY Nº 17-18 | 3164 | ESCAVADOR Nº 16 (COLHER DENTINA) |
| 3056 | CONDENSADOR HOLLEMBACK Nº3 | 3107 | CURETA GRACEY Nº 3-4 | 3165 | ESCAVADOR Nº 17 (COLHER DENTINA) |
| 3166 | ESCAVADOR Nº 18 (COLHER DENTINA) | 3216 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº09 | 3262 | REMOVEDOR DE EXCESSO IPC |
| 3167 | ESCAVADOR Nº 19 (COLHER DENTINA) | 3217 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº10 | 3263 | SINDESMÓTOMO |
| 3168 | ESCAVADOR Nº 20 (COLHER DENTINA) | 3218 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº11 | 3264 | SONDA EXPLORADORA Nº01 |
| 3169 | ESCAVADOR Nº 32-33 (COLHER DENTINA) | 3219 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº12 | 3265 | SONDA EXPLORADORA Nº03 |
| 3170 | ESCAVADOR Nº 5 (COLHER DENTINA) | 3220 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº13 | 3266 | SONDA EXPLORADORA Nº05 |
| 3171 | ESCAVADOR Nº 5 INFANTIL (COLHER DENTINA) | 3221 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº14 | 3267 | SONDA EXPLORADORA Nº05 INFANTIL ESFERA |
| 3172 | ESCULPIDOR DISCOID CLEOID ADULTO | 3222 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº15 | 3268 | SONDA EXPLORADORA Nº06 |
| 3173 | ESCULPIDOR HOLLEMBACK Nº03 | 3223 | ESPÁTULA SUPRAFIL 40 | 3269 | SONDA EXPLORADORA Nº23 |
| 3174 | ESCULPIDOR HOLLEMBACK Nº3S | 3224 | ESPÁTULA SUPRAFIL 44 | 3270 | SONDA EXPLORADORA Nº47 |
| 3175 | ESCULPIDOR HOLLEMBACK Nº3SS | 3225 | ESPÁTULA SUPRAFIL 55 | 3271 | SONDA MM GLICKMAN |
| 3176 | ESCULPIDOR INTERPROXIMAL IPC 1 | 3226 | ESPÁTULA SUPRAFIL 57 | 3272 | SONDA MM GOLDMAN FOX |
| 3177 | ESCULPIDOR LECRON ADULTO | 3227 | ESPÁTULA SUPRAFIL 56 | 3273 | SONDA MM OMS |
| 3178 | ESPÁTULA ALMORE Nº01 | 3228 | ESPÁTULA SUPRAFIL 58 | 3274 | SONDA MM SIMPLES |
| 3179 | ESPÁTULA ALMORE Nº02 | 3229 | ESPÁTULA SUPRAFIL 59 | 3275 | SONDA MM WILLIANS |
| 3180 | ESPÁTULA ALMORE Nº03 | 3230 | ESPÁTULA SUPRAFIL 61 FLEXÍVEL | 3276 | SONDA MM WILLIANS Nº23 |
| 3181 | ESPÁTULA ALMORE Nº04 | 3231 | ESPÁTULA SUPRAFIL 77 | 3113 | SONDA NABERS 2N |
| 3182 | ESPÁTULA DE INSERÇÃO DE FIO RETRATOR NÃO SERRILHADO Nº113 | 3232 | ESPÁTULA SUPRAFIL 78 | 3114 | SONDA NABERS |
| 3183 | ESPÁTULA DE INSERÇÃO FIO RETRATOR 79 | 3233 | ESPÁTULA SUPRAFIL 79 | 3277 | SONDA UNIVERSAL CAROLINA DO NORTH |
| 3184 | ESPÁTULA DE THOMPSON INTERPROXIMAL | 3234 | ESPÁTULA SUPRAFIL 88 | ||
| 3185 | ESPÁTULA DE THOMPSON Nº1 | 3235 | ESPÁTULA SUPRAFILL Nº1 AZUL | ||
| 3186 | ESPÁTULA DE THOMPSON Nº2 | 3236 | ESPÁTULA SUPRAFILL Nº1 | ||
| 3187 | ESPÁTULA DE THOMPSON Nº3 | 3237 | ESPÁTULA SUPRAFILL Nº1 ROSA | ||
| 3188 | ESPÁTULA DE THOMPSON Nº4 | 3238 | ESPÁTULA SUPRAFILL Nº1/2 | ||
| 3189 | ESPÁTULA DE THOMPSON Nº5 | 3239 | ESPÁTULA SUPRAFILL Nº2 | ||
| 3190 | ESPÁTULA DE THOMPSON Nº6 | 3240 | EXTRATOR DE RAIZ | ||
| 3191 | ESPÁTULA DUPLA P/ RESINA COM HOLL 6 | 3241 | GENGIVOTOMO BUCK 5/6 | ||
| 3192 | ESPÁTULA Nº13 | 3242 | GENGIVÓTOMO GOLDMAN FOX | ||
| 3279 | ESPÁTULA Nº22 | 3243 | GENGIVÓTOMO KIRKLAND Nº15-16 | ||
| 3193 | ESPÁTULA Nº24 | 3244 | GENGIVÓTOMO ORBRAN Nº 1-2 | ||
| 3194 | ESPÁTULA Nº31 | 3245 | INSTRUMENTO DE LUCAS N º1/2 | ||
| 3195 | ESPÁTULA Nº36 | 3246 | INSTRUMENTO DE LUCAS Nº3/4 | ||
| 3196 | ESPÁTULA Nº50 | 3247 | LIMA DUNLOP Nº2-2A | ||
| 3197 | ESPÁTULA Nº54 | 3248 | LIMA DUNLOP Nº2-5F | ||
| 3198 | ESPÁTULA Nº57 | 3249 | LIMA DUNLOP Nº3-7 | ||
| 3199 | ESPÁTULA Nº60 | 3250 | LIMA DUNLOP Nº4-5 | ||
| 3200 | ESPÁTULA Nº62 | 3251 | LIMA DUNLOP Nº1-2 | ||
| 3201 | ESPÁTULA Nº7 | 3252 | LIMA HIRSCHFELD Nº10H11F | ||
| 3202 | ESPÁTULA Nº70 | 3253 | LIMA HIRSCHFELD Nº3-7 | ||
| 3203 | ESPÁTULA Nº72 | 3254 | LIMA HIRSCHFELD Nº5-11 | ||
| 3204 | ESPÁTULA Nº74 | 3255 | LIMA HIRSCHFELD Nº9-10 | ||
| 3205 | ESPÁTULA Nº1 (CALCADOR 6335 Nº1) | 3256 | PERIÓTOMO DUPLO RETO/CURVO | ||
| 3206 | ESPÁTULA P/ INSERÇÃO DE RESINA Nº05 | 3257 | PERIÓTOMO DUPLO CURVO/CURVO | ||
| 3207 | ESPÁTULA PARA INSERÇÃO HEIDEMANN Nº0 | 3258 | PERIÓTOMO DUPLO/RETO | ||
| 3208 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº01 | 3259 | PERIÓTOMO SIMPLES CURVO | ||
| 3209 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº02 | 3260 | PERIÓTOMO SIMPLES RETO | ||
| 3210 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº03 | 3261 | REMOVEDOR DE EXCESSO | ||
| 3211 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº04 | 3262 | REMOVEDOR DE EXCESSO IPC | ||
| 3212 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº05 | 3263 | SINDESMÓTOMO | ||
| 3213 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº06 | 3264 | SONDA EXPLORADORA Nº01 | ||
| 3214 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº07 | 3265 | SONDA EXPLORADORA Nº03 | ||
| 3215 | ESPÁTULA PARA RESINA Nº08 | 3266 | SONDA EXPLORADORA Nº05 |
3.2 – Indicação de uso/Finalidade
Os instrumentais da linha Evolution Cassiflex são utilizados em intervenções cirúrgicas: odontológicas e médicas, bem como para exames e procedimentos ambulatoriais.
4.1- Instruções
O produto é um material de uso permanente, não estéril, portanto deverá ser esterilizado antes de sua utilização, segundo as técnicas de esterilização de instrumentais cirúrgicos. Após ser utilizado o produto deverá ser lavado e secado imediatamente.
4.2 – Utilização
A utilização dos instrumentais descritos nesse processo devem sempre ser feita sob orientação técnica e restrita aos ambientes clínicos e hospitalares com os seguintes cuidados:
4.2.1- Manipulação
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração nas suas características. Devem ser manipulados cuidadosamente, em pequenos lotes, evitando-se batidas ou quedas. Qualquer instrumental que tenha caído ou sido inadequadamente manuseado, ou com suspeita de ter sofrido dano, deve ser separado e encaminhado ao responsável técnico habilitado da instituição para inspeção, mesmo que já tenha passado por esta etapa.
4.2.2 – Armazenamento
Os instrumentais devem ser armazenados de forma a manter sua configuração e evitando danificação da embalagem. O indicado é armazenar em local limpo, arejado, a temperatura ambiente, ao abrigo de luz direta, seco e com baixa contaminação por partículas. Devem ser evitados riscos, dobras ou entalhes dos instrumentos cirúrgicos, visto que tais fatores aumentam a possibilidade de corrosão dos produtos.
4.2.3 – Conservação
Examine o instrumental antes do uso. NUNCA o utilize em caso de defeito, presumido ou aparente.
Em qualquer tipo de água há concentração de sais. Mesmo em uma água considerada potável, existe a possibilidade de concentração de certos elementos químicos que poderão danificar os instrumentos.
Se na água houver alguma concentração de Ferro, Cobre, Manganês, Magnésio ou Silício poderá haver a formação de manchas com cores diversas: marrom, azul ou arco-íris. Nesse caso não se trata de corrosão, mas sim de manchas.
Autoclaves desreguladas podem apresentar umidade residual a qual poderá provocar manchas e/ou corrosão.
Não armazenar o instrumental perto de produtos químicos que possam desprender gases corrosivos, a saber: cloro, iodo e ácidos em geral.
Cada instrumental foi criado e desenvolvido para executar uma determinada função, portanto, ele não deve ser utilizado fora dessas condições. Os instrumentos utilizados fora das suas condições normais de trabalho podem quebrar ou ter a sua vida útil reduzida
Existem instrumentais cirúrgúrgicos apropriados para cada etapa da cirurgia. O desgaste habitual, o exercício de forças excessivas e o uso de instrumentos para finalidades diferentes podem prejudicar a evolução do procedimento.
Havendo desempenho variado, perda ou falta de precisão e instabilidade deve-se imediatamente substituir o instrumental.
Limpeza: detergente com cloro livre ou hidróxido de sódio NÃO devem ser usados. Em hipótese alguma utilize palhas de aço ou outros produtos abrasivos, mesmo quando saponáceos para remoção de sujidades remanescentes de qualquer etapa do processo de limpeza.
Todo o instrumental deve ser lavado imediatamente após sua utilização e antes que as secreções ou sangue possam secar. Aqueles que puderem devem ser lavados e desmontados.
Os instrumentais devem ser mantidos em suas embalagens originais até a sua esterilização e uso. Após o uso, deve ser realizada uma limpeza correta, a fim de evitar incrustações e corrosões. Verificar, a cada uso, se os instrumentais não sofreram dano. Somente profissionais especializados e treinados nas técnicas cirúrgGicas poderão utilizar estes instrumentais.
É indicado que sejam seguidas as orientações do fabricante quanto aos processos de limpeza, esterilização, manuseio, transporte e armazenamento.
Os instrumentais devem ser removidos de suas embalagens e limpos com álcool para fins médicos a 70% + água destilada 30%. Após limpeza, os produtos devem ser enxaguados com água destilada estéril e secar com pano de limpeza que não libere fibras.
O processo para reutilização do instrumental cirúrgico envolve, no mínimo, cinco etapas básicas: limpeza prévia, desinfecção, lavagem, enxágue e esterilização.
8.1- Limpeza prévia
Para limpeza do instrumento, usar somente sabão neutro a 1% ou detergente enzimático neutro. Não usar solução química, por ser corrosiva.
Recomenda-se que todo instrumental seja limpo imediatamente após o procedimento cirúrgico em que for empregado evitando o endurecimento de sujidades oriundas deste procedimento.
Todo procedimento de limpeza manual deve ser realizado utilizando-se equipamentos de proteção individual apropriados. Nas operações de limpeza em equipamentos automáticos, as instruções dos fabricantes devem ser rigorosamente seguidas, em especial quanto aos produtos e à qualidade da água a serem empregados.
A qualidade da água é fator fundamental tanto para o processo de limpeza, quanto para a conservação do instrumental. A presença de elementos particulados, a concentração de elementos ou substancias químicas, e o desequilíbrio de pH pode deteriorar o instrumento bem como à indução do processo de corrosão, como no caso de presença excessiva de cloretos.
Recomenda-se que a água empregada na lavagem do instrumental esteja de acordo com as exigências de qualidade estabelecida no processo de conservação.
O instrumental deve ser mergulhado aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo água e detergente, à temperatura ambiente. A seguir, deve ser rigorosamente lavado em água corrente, preferencialmente morna. Essa fase deve sempre ser realizada com água a temperaturas inferiores a 45°C, pois temperaturas mais elevadas causam a coagulação das proteínas, dificultando o processo de remoção de incrustações do instrumental.
8.2- Desinfecção
É feita através da imersão do instrumental aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo solução de desinfetante em água, à temperatura ambiente (desinfecção química), ou em banho aquecido (desinfecção termoquímica). O tempo de imersão do instrumental depende tanto da temperatura de operação, quanto da diluição, e do tipo de desinfetante empregado.
8.3- Lavagem
As peças devem ser totalmente escovadas, com escova de cerdas macias. O instrumental, quando pertinente, deve ser desmontado e cada componente lavado isoladamente. Especial atenção deve ser dada às áreas de difícil acesso, onde pode ocorrer a retenção de tecidos orgânicos e a deposição de secreções ou soluções desinfetantes.
8.4- Enxágue
O instrumental deve ser enxaguado, abundantemente, em água corrente. Recomenda-se a utilização de água aquecida para o enxágue do instrumental.
8.5- Métodos de Esterilização
Os instrumentais devem ser esterilizados antes do uso. Os parâmetros adequados do processo para cada equipamento e volume devem ser analisados e conduzidos por pessoas treinadas e especializadas em processos de esterilização, assegurando a completa eficiência desse procedimento.
O processo mais utilizado é o auto clave nas seguintes temperaturas:
121°C (1,0 atm): 20 minutos
126°C (1,4 atm): 10 minutos
134°C (2,0 atm): 3 minutos
O produto depois de esterilizado deve ser armazenado em sua embalagem não violável.
Quando houver a necessidade de se descartar o instrumental, o mesmo deve ser inutilizado imediatamente deforma a evitar que seja utilizado inadvertidamente.
O descarte dos instrumentos deverá obedecer às normas relativas a eliminação de lixo hospitalar contaminante, descartando-se em recipientes apropriados e com identificação clara de que se trata de lixo contaminante.
Recomendamos que as peças sejam cortadas, entortadas ou limadas para sua inutilização. Para descartar os instrumentais, deve-se seguir os procedimentos legais locais do país para descarte de produtos potencialmente contaminantes.
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração de suas características físicas ou qualquer deterioração da embalagem. Não são aplicáveis parâmetros específicos de temperatura e umidade. É recomendado que o responsável pelo transporte evite choques mecânicos.
Não se aplica.
Não se aplica.
Por se tratar de um instrumental cirúrgico ou odontológico o mesmo deverá ser manuseado por profissional habilitado segundo as técnicas cirúrgicas e a critérios médicos.
Fabricante: Cassiflex Ltda – CNPJ: 04.901.171/0001-42
Endereço: Avenida Humberto de Almeida Nº455 Bairro: São José
Cidade: Cássia MG – CEP: 37.980-000
Telefone: (35) 3541-2170
(conforme IN nº4 de 15/07/2012 e RDC nº751 de 15/09/2022.)
2.1- As instruções de uso das famílias Cassiflex estão disponibilizadas em formato não impresso e podem ser consultadas a qualquer tempo através do site Cassiflex (www.cassiflex.com.br);
2.2- Para identificar a instrução de uso do produto adquirido, o usuário deve observar no rótulo o número do Registro ANVISA e seu respectivo nome comercial. Com essas informações será possível identificar a instrução de uso correspondente ao seu produto;
2.3- As instruções de uso disponibilizadas apresentam as informações da revisão do documento e de sua data de emissão. É fundamental que o usuário consulte o rótulo do produto e observe qual a revisão da instrução de uso é correspondente ao produto fornecido;
2.4- O formato impresso das instruções de uso poderá ser solicitado sem custo adicional (inclusive de envio) pelo telefone +55 (35) 3541-2170 ou pelo e-mail qualidade@cassiflex.com.br. Na solicitação, o usuário deve informar a revisão da instrução de uso apresentada no rótulo do produto adquirido e o número do registro Anvisa.
Família (nome do dispositivo médico): INSTRUMENTOS CIRURGICOS E ODONTOLOGICOS CASSIFLEX
Registro Anvisa: 81454660005
Código: verificar rotulagem
Produto (nome comercial): verificar rotulagem
Lote: verificar rotulagem
Data de fabricação: verificar rotulagem
Validade: Indeterminada se respeita as instruções de uso
Número da revisão da instrução de uso: verificar rotulagem
Contém: 1 unidade
Responsável técnico: José Eduardo Chaves Nascimento – CRA/MG: 01-069985/D
Web site: www.cassiflex.com.br
3.1- Modelos comerciais da família
| Código | Produto | Código | Produto | Código | Produto |
| 2523 | Brunidor nº 29 | 797 | Cond. de Schilder Simples Nº 03 | 1608 | Cureta Gracey Nº17-18 |
| 865 | Brunidor Nº 30 | 798 | Cond. de Schilder Simples Nº 04 | 1601 | Cureta Gracey Nº3-4 |
| 866 | Brunidor Nº 31 | 799 | Cond. de Schilder Simples Nº 05 | 1602 | Cureta Gracey Nº5-6 |
| 867 | Brunidor Nº 32 | 2583 | Cortante de Black Nº28 | 1603 | Cureta Gracey Nº7-8 |
| 868 | Brunidor Nº 33 | 2584 | Cortante de Black Nº29 | 1604 | Cureta Gracey Nº9-10 |
| 869 | Brunidor Nº 34 | 165 | Cureta Argola | 2511 | Cureta Ivory Nº2-3 |
| 984 | Brunidor Z Duplo Nº 1 | 2616 | Cureta Cirúrgica Kramer Nº01 | 2590 | Cureta Lucas 84 |
| 985 | Brunidor Z Duplo Nº 2 | 2617 | Cureta Cirúrgica Kramer Nº02 | 1639 | Cureta Lucas 85 |
| 2258 | Brunidor Z Duplo Nº3 | 2618 | Cureta Cirúrgica Kramer Nº03 | 1640 | Cureta Lucas 86 |
| 2557 | Brunidor Z Duplo Nº4 | 2596 | Cureta Columbia 13-14 | 1641 | Cureta Lucas 87 |
| 2259 | Brunidor Z Duplo Nº5 | 2619 | Cureta Marco Nº01 | 1618 | Cureta Maccall Nº1-10 |
| 855 | Brunidor Z Duplo Nº6 | 2620 | Cureta Marco Nº02 | 1619 | Cureta Maccall Nº11-12 |
| 2664 | Cabo para Espelho Clínico Oitavado | 2509 | Cureta de Pádua Lima Nº1-2 | 1620 | Cureta Maccall Nº13-14 |
| 606 | Calcador Clev Dent Nº21 | 2513 | Cureta de Pádua Lima Nº3-4 | 1621 | Cureta Maccall Nº15-16 |
| 457 | Calcador Clev Dent Nº21B | 2514 | Cureta de Pádua Lima Nº5-6 | 1622 | Cureta Maccall Nº17-18 |
| 631 | Calcador de Fio Gengival Redondo | 942 | Cureta Finlândia WS nº14-15 | 1623 | Cureta Maccall Nº19-20 |
| 632 | Calcador de Fio Gengival Reto | 872 | Cureta Foice Jacquette Nº31-32 | 1637 | Cureta Maccall Nº4-8 |
| 605 | Calcador Eames | 35 | Cureta Foice Jacquette Nº34-35 | 1638 | Cureta Maccall Nº7-9 |
| 1697 | Calcador Espatulado Suprafill | 886 | Cureta Foice SH 5-33 | 1642 | Cureta Mead Nº01 |
| 629 | Calcador Paiva Nº 01-02 | 649 | Cureta Goldman Fox 6/7 | 1643 | Cureta Mead Nº02 |
| 630 | Calcador Paiva Nº 03-04 | 2528 | Cureta Goldman Fox Nº01 | 2595 | Cureta Molt Nº02 com Dissector |
| 2593 | Calcador Paiva Nº 03 | 2529 | Cureta Goldman Fox Nº02 | 2515 | Cureta Ponta Morse Nº0-00 |
| 778 | Calcador Rabo de Peixe | 2530 | Cureta Goldman Fox Nº03 | 2526 | Descolador Buser 17 cm |
| 618 | Calcador Unha de Gato | 2531 | Cureta Goldman Fox Nº04 | 1455 | Descolador de Buser Nº01 |
| 1695 | Calcador Ward Nº1 | 1614 | Cureta Gracey Mini-Five Nº11-12 | 2532 | Descolador de Buser Nº02 |
| 2518 | Calcador Ward Nº2 | 1609 | Cureta Gracey Mini-Five Nº1-2 | 635 | Descolador de Freer Micro |
| 2519 | Calcador Ward Nº3 | 1615 | Cureta Gracey Mini-Five Nº13-14 | 1644 | Descolador Freer |
| 2520 | Calcador Ward Nº4 | 1616 | Cureta Gracey Mini-Five Nº15-16 | 2505 | Descolador Goldman Fox 14 |
| 2521 | Calcador Ward Nº5 | 1617 | Cureta Gracey Mini-Five Nº17-18 | 2506 | Descolador Hourigan PH2 |
| 2522 | Calcador Ward Nº6 | 1610 | Cureta Gracey Mini-Five Nº3-4 | 1645 | Descolador Mead |
| 898 | Cinzel de Rodhes 36-37 | 1611 | Cureta Gracey Mini-Five Nº5-6 | 940 | Descolador de Molt Nº2-4 |
| 1685 | Cinzel de Wedelstaedt Nº1/2 | 1612 | Cureta Gracey Mini-Five Nº7-8 | 939 | Descolador de Molt Nº9 |
| 1686 | Cinzel de Wedelstaedt Nº3/4 | 1613 | Cureta Gracey Mini-Five Nº9-10 | 2579 | Descolador Molt 4 com Dissector |
| 634 | Cinzel de Wedelstaedt Nº5/6 | 1605 | Cureta Gracey Nº11-12 | 2603 | Dissector Duplo |
| 1627 | Cinzel Micro Ochembein Nº01 | 1600 | Cureta Gracey Nº1-2 | 1647 | Dobrador de Amarrilho (Sputinick) |
| 1628 | Cinzel Micro Ochembein Nº02 | 1606 | Cureta Gracey Nº13-14 | 1423 | Dobrador de Amarrilho c/ Sonda Nº3 |
| 1629 | Cinzel Micro Ochembein Nº03 | 1607 | Cureta Gracey Nº15-16 | 2611 | Escavador Duplo Nº11-12 |
| 2661 | Cinzel Micro Ochembein Nº04 | 1608 | Cureta Gracey Nº17-18 | 2612 | Escavador Duplo Nº17-18 |
| 1630 | Cinzel Ochsenbein Nº01 | 1601 | Cureta Gracey Nº3-4 | 722 | Escavador Haste Longa Nº1 (Pulpotomia) |
| 1631 | Cinzel Ochsenbein Nº02 | 1602 | Cureta Gracey Nº5-6 | 723 | Escavador Haste Longa Nº2 (Pulpotomia) |
| 1632 | Cinzel Ochsenbein Nº03 | 1603 | Cureta Gracey Nº7-8 | 1693 | Escavador Haste Longa Nº3 (Pulpotomia) |
| 1633 | Cinzel Ochsenbein Nº04 | 1604 | Cureta Gracey Nº9-10 | 2516 | Escavador Haste Longa Nº4 (Pulpotomia) |
| 1634 | Colocador de Elastic c/ Holl Nº6 | 1605 | Cureta Gracey Nº11-12 | 655 | Escavador Haste Longa Nº5 (Pulpotomia) |
| 1635 | Colocador de Elastic c/ Sonda Nº03 | 1600 | Cureta Gracey Nº1-2 | 620 | Escavador Haste Longa Nº6 (Pulpotomia) |
| 1636 | Colocador de Elastic Duplo | 1606 | Cureta Gracey Nº13-14 | 2501 | Escavador Haste Longa Nº16 |
| 791 | Condensador Duplo Lucas Nº3 | 1607 | Cureta Gracey Nº15-16 | 2558 | Escavador Haste Longa Nº17 |
| 792 | Condensador Duplo Lucas Nº4 | 1608 | Cureta Gracey Nº17-18 | 891 | Escavador Haste Longa Nº18 |
| 2005 | Condensador Hollemback Nº1 | 1601 | Cureta Gracey Nº3-4 | 851 | Escavador Haste Longa Nº19 |
| 552 | Condensador Hollemback Nº2 | 1602 | Cureta Gracey Nº5-6 | 852 | Escavador Haste Longa Nº20 |
| 991 | Condensador Hollemback Nº3 | 1603 | Cureta Gracey Nº7-8 | 2631 | Escavador Longo Nº35-36 Infantil |
| 893 | Condensador Hollemback Nº4 | 1604 | Cureta Gracey Nº9-10 | 597 | Escavador Nº0 (Colher Dentina) |
| 734 | Condensador Hollemback Nº5 | 2511 | Cureta Ivory Nº2-3 | 623 | Escavador Nº11-1/2 (Colher Dentina) |
| 888 | Condensador Hollemback Nº6 | 2590 | Cureta Lucas 84 | 2630 | Escavador Nº11-12 Infantil |
| 735 | Condensador Hollemback Nº7 | 1639 | Cureta Lucas 85 | 905 | Escavador Nº14 (Colher Dentina) |
| 966 | Cond. de Schilder Duplos Nº 1-2 | 1640 | Cureta Lucas 86 | 2535 | Escavador Nº16 (Colher Dentina) |
| 967 | Cond. de Schilder Duplos Nº 1-4 | 1641 | Cureta Lucas 87 | 2534 | Escavador Nº17 (Colher Dentina) |
| 968 | Cond. de Schilder Duplos Nº 2-3 | 1618 | Cureta Maccall Nº1-10 | 2543 | Escavador Nº18 (Colher Dentina) |
| 969 | Cond. de Schilder Duplos Nº 3-4 | 1619 | Cureta Maccall Nº11-12 | 2525 | Escavador Nº19 (Colher Dentina) |
| 793 | Cond. de Schilder Duplos Nº 3-5 | 1620 | Cureta Maccall Nº13-14 | 892 | Escavador Nº20 (Colher Dentina) |
| 794 | Cond. de Schilder Duplos Nº 4-5 | 1621 | Cureta Maccall Nº15-16 | 2672 | Escavador Nº32-33 (Colher Dentina) |
| 795 | Cond. de Schilder Simples Nº 01 | 1622 | Cureta Maccall Nº17-18 | 1646 | Escavador Nº5 (Colher Dentina) |
| 796 | Cond. de Schilder Simples Nº 02 | 1623 | Cureta Maccall Nº19-20 | 2629 | Escavador Nº5 Infantil (Colher Dentina) |
| 1637 | Cureta Maccall Nº4-8 | 971 | Esculpidor Discoid Cleoid Adulto | 2696 | Espátula Suprafil 56 |
| 1638 | Cureta Maccall Nº7-9 | 1648 | Esculpidor Hollemback Nº03 | 2634 | Espátula Suprafil 57 |
| 1642 | Cureta Mead Nº01 | 1649 | Esculpidor Hollemback Nº3S | 2635 | Espátula Suprafil 58 |
| 1643 | Cureta Mead Nº02 | 1650 | Esculpidor Hollemback Nº3SS | 2676 | Espátula Suprafil 59 |
| 2595 | Cureta Molt Nº02 com Dissector | 2614 | Esculpidor Interproximal IPC 1 | 2633 | Espátula Suprafil 61 Flexível |
| 2515 | Cureta Ponta Morse Nº0-00 | 977 | Esculpidor Lecron Adulto | 2675 | Espátula Suprafil 77 |
| 2526 | Descolador Buser 17 cm | 1682 | Espátula Almore Nº01 | 2642 | Espátula Suprafil 78 |
| 1455 | Descolador de Buser Nº01 | 1683 | Espátula Almore Nº02 | 2697 | Espátula Suprafil 79 |
| 2532 | Descolador de Buser Nº02 | 1684 | Espátula Almore Nº03 | 2643 | Espátula Suprafil 88 |
| 635 | Descolador de Freer Micro | 2694 | Espátula Almore Nº04 | 2601 | Espátula Suprafil Nº1 Azul |
| 1644 | Descolador Freer | 881 | Espátula de Inserção de Fio Retrator não Serrilhado Nº113 | 1651 | Espátula Suprafil Nº1 |
| 2505 | Descolador Goldman Fox 14 | 2687 | Espátula de Inserção de Fio Retrator 79 | 2625 | Espátula Suprafil Nº1 Rosa |
| 2506 | Descolador Hourigan PH2 | 2636 | Espátula Thompson Interproximal | 1653 | Espátula Suprafil Nº1/2 |
| 1645 | Descolador Mead | 2001 | Espátula de Thompson Nº1 | 1652 | Espátula Suprafil Nº2 |
| 940 | Descolador de Molt Nº2-4 | 2524 | Espátula de Thompson Nº2 | 757 | Extrator de Raiz |
| 939 | Descolador de Molt Nº9 | 2587 | Espátula de Thompson Nº3 | 639 | Gengivotomo Buck 5/6 |
| 2579 | Descolador Molt 4 com Dissector | 2588 | Espátula de Thompson Nº4 | 1654 | Gengivotomo Kirkland Nº15-16 |
| 2603 | Dissector Duplo | 2580 | Espátula de Thompson Nº5 | 1655 | Gengivotomo Orban Nº1-2 |
| 1647 | Dobrador de Amarrilho (Sputinick) | 2589 | Espátula de Thompson Nº6 | 2627 | Gengivotomo Goldman Fox |
| 1423 | Dobrador de Amarrilho c/ Sonda Nº3 | 2602 | Espátula Dupla p/ Resina com Holl 6 | 624 | Instrumento de Lucas Nº1/2 |
| 2611 | Escavador Duplo Nº11-12 | 1667 | Espátula Nº1 (Calcador 6335 Nº1) | 896 | Instrumento de Lucas Nº3/4 |
| 2612 | Escavador Duplo Nº17-18 | 1668 | Espátula Nº7 | 753 | Lima Dunlop Nº2-2A |
| 722 | Escavador Haste Longa Nº1 (Pulpotomia) | 1669 | Espátula Nº13 | 754 | Lima Dunlop Nº2-5F |
| 723 | Escavador Haste Longa Nº2 (Pulpotomia) | 1670 | Espátula Nº22 | 755 | Lima Dunlop Nº3-7 |
| 1693 | Escavador Haste Longa Nº3 (Pulpotomia) | 1671 | Espátula Nº24 | 756 | Lima Dunlop Nº4-5 |
| 2516 | Escavador Haste Longa Nº4 (Pulpotomia) | 1672 | Espátula Nº31 | 658 | Lima Dunlop Nº1-2 |
| 655 | Escavador Haste Longa Nº5 (Pulpotomia) | 1673 | Espátula Nº36 | 657 | Lima Hirschfeld Nº10H-11F |
| 620 | Escavador Haste Longa Nº6 (Pulpotomia) | 1674 | Espátula Nº50 | 653 | Lima Hirschfeld Nº3-7 |
| 2501 | Escavador Haste Longa Nº16 | 1675 | Espátula Nº54 | 654 | Lima Hirschfeld Nº5-11 |
| 2558 | Escavador Haste Longa Nº17 | 1676 | Espátula Nº57 | 656 | Lima Hirschfeld Nº9-10 |
| 891 | Escavador Haste Longa Nº18 | 1677 | Espátula Nº60 | 2681 | Periótomo Duplo Curvo/Curvo |
| 851 | Escavador Haste Longa Nº19 | 1678 | Espátula Nº62 | 36 | Periótomo Duplo Reto/Curvo |
| 852 | Escavador Haste Longa Nº20 | 1679 | Espátula Nº70 | 2610 | Periótomo Duplo Reto |
| 2631 | Escavador Longo Nº35-36 Infantil | 1680 | Espátula Nº72 | 633 | Periótomo Simples Curvo |
| 597 | Escavador Nº0 (Colher Dentina) | 1681 | Espátula Nº74 | 979 | Periótomo Simples Reto |
| 623 | Escavador Nº11-1/2 (Colher Dentina) | 3301 | Espátula para Cimento Cimmo 5 MM | 758 | Removedor de Excesso |
| 2630 | Escavador Nº11-12 Infantil | 3302 | Espátula para cimento Cimmo Cabo Oco 8,0 MM | 2502 | Removedor de Excesso IPC-1 |
| 905 | Escavador Nº14 (Colher Dentina) | 3303 | Espátula para cimento Cimmo Cabo Oco 9,5 MM | 864 | Sindesmótomo |
| 2535 | Escavador Nº16 (Colher Dentina) | 2626 | Espátula para Inserção Heidemann Nº0 | 1657 | Sonda Exploradora Nº01 |
| 2534 | Escavador Nº17 (Colher Dentina) | 904 | Espátula p/ Inserção de Resina Nº5 | 1658 | Sonda Exploradora Nº03 |
| 2543 | Escavador Nº18 (Colher Dentina) | 2564 | Espátula para Resina Nº01 | 1659 | Sonda Exploradora Nº05 |
| 2525 | Escavador Nº19 (Colher Dentina) | 2565 | Espátula para Resina Nº02 | 2628 | Sonda Exploradora Nº05 Infantil Esfera |
| 892 | Escavador Nº20 (Colher Dentina) | 2566 | Espátula para Resina Nº03 | 1660 | Sonda Exploradora Nº06 |
| 2672 | Escavador Nº32-33 (Colher Dentina) | 2567 | Espátula para Resina Nº04 | 1661 | Sonda Exploradora Nº23 |
| 1646 | Escavador Nº5 (Colher Dentina) | 2568 | Espátula para Resina Nº05 | 1662 | Sonda Exploradora Nº47 |
| 2629 | Escavador Nº5 Infantil (Colher Dentina) | 2569 | Espátula para Resina Nº06 | 2621 | Sonda MM Glickman |
| 971 | Esculpidor Discoid Cleoid Adulto | 2570 | Espátula para Resina Nº07 | 1663 | Sonda MM Goldman Fox |
| 1648 | Esculpidor Hollemback Nº03 | 2571 | Espátula para Resina Nº08 | 2517 | Sonda MM OMS |
| 1649 | Esculpidor Hollemback Nº3S | 2572 | Espátula para Resina Nº09 | 37 | Sonda MM Simples |
| 1650 | Esculpidor Hollemback Nº3SS | 2573 | Espátula para Resina Nº10 | 1664 | Sonda MM Willians |
| 2614 | Esculpidor Interproximal IPC 1 | 2574 | Espátula para Resina Nº11 | 1665 | Sonda MM Willians Nº23 |
| 977 | Esculpidor Lecron Adulto | 2575 | Espátula para Resina Nº12 | 941 | Sonda Nabers 2N |
| 1682 | Espátula Almore Nº01 | 2576 | Espátula para Resina Nº13 | 1666 | Sonda Nabers |
| 1683 | Espátula Almore Nº02 | 2577 | Espátula para Resina Nº14 | 47 | Sonda Universal Carolina do North |
| 1684 | Espátula Almore Nº03 | 2578 | Espátula para Resina Nº15 | 1624 | Aplicador Dycal Angulado |
| 2694 | Espátula Almore Nº04 | 2673 | Espátula Suprafil 40 | 1625 | Aplicador Dycal Reto |
| 881 | Espátula de Inserção de Fio Retrator não Serrilhado Nº113 | 2674 | Espátula Suprafil 44 | 1626 | Aplicador Dycal Simples |
| 2687 | Espátula de Inserção de Fio Retrator 79 | 2632 | Espátula Suprafil 55 | 857 | Brunidor Bennet (quadruplo) |
| 2636 | Espátula Thompson Interproximal | 858 | Brunidor Nº 28 |
3.2 – Indicação de uso/Finalidade
Os instrumentais cirúrgicos e odontológicos Cassiflex são utilizados em intervenções cirúrgicas: odontológicas e médicas, bem como para exames e procedimentos ambulatoriais.
4.1- Instruções
O produto é um material de uso permanente, não estéril, portanto deverá ser esterilizado antes de sua utilização, segundo as técnicas de esterilização de instrumentais cirúrgúrgicos. Após ser utilizado o produto deverá ser lavado e secado imediatamente.
4.2 – Utilização
A utilização dos instrumentais descritos nesse processo devem sempre ser feita sob orientação técnica e restrita aos ambientes clínicos e hospitalares com os seguintes cuidados:
4.2.1- Manipulação
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração nas suas características. Devem ser manipulados cuidadosamente, em pequenos lotes, evitando-se batidas ou quedas. Qualquer instrumental que tenha caído ou sido inadequadamente manuseado, ou com suspeita de ter sofrido dano, deve ser separado e encaminhado ao responsável técnico habilitado da instituição para inspeção, mesmo que já tenha passado por esta etapa.
4.2.2 – Armazenamento
Os instrumentais devem ser armazenados de forma a manter sua configuração e evitando danificação da embalagem. O indicado é armazenar em local limpo, arejado, a temperatura ambiente, ao abrigo de luz direta, seco e com baixa contaminação por partículas. Devem ser evitados riscos, dobras ou entalhes dos instrumentos cirúrgicos, visto que tais fatores aumentam a possibilidade de corrosão dos produtos.
4.2.3 – Conservação
Examine o instrumental antes do uso. NUNCA o utilize em caso de defeito, presumido ou aparente.
Em qualquer tipo de água há concentração de sais. Mesmo em uma água considerada potável, existe a possibilidade de concentração de certos elementos químicos que poderão danificar os instrumentos.
Se na água houver alguma concentração de Ferro, Cobre, Manganês, Magnésio ou Silício poderá haver a formação de manchas com cores diversas: marrom, azul ou arco-íris. Nesse caso não se trata de corrosão, mas sim de manchas.
Autoclaves desreguladas podem apresentar umidade residual a qual poderá provocar manchas e/ou corrosão.
Não armazenar o instrumental perto de produtos químicos que possam desprender gases corrosivos, a saber: cloro, iodo e ácidos em geral.
Cada instrumental foi criado e desenvolvido para executar uma determinada função, portanto, ele não deve ser utilizado fora dessas condições. Os instrumentos utilizados fora das suas condições normais de trabalho podem quebrar ou ter a sua vida útil reduzida
Existem instrumentais cirúrgicos apropriados para cada etapa da cirurgia. O desgaste habitual, o exercício de forças excessivas e o uso de instrumentos para finalidades diferentes podem prejudicar a evolução do procedimento.
Havendo desempenho variado, perda ou falta de precisão e instabilidade deve-se imediatamente substituir o instrumental.
Limpeza: detergente com cloro livre ou hidróxido de sódio NÃO devem ser usados. Em hipótese alguma utilize palhas de aço ou outros produtos abrasivos, mesmo quando saponáceos para remoção de sujidades remanescentes de qualquer etapa do processo de limpeza.
Todo o instrumental deve ser lavado imediatamente após sua utilização e antes que as secreções ou sangue possam secar. Aqueles que puderem devem ser lavados e desmontados.
Os instrumentais devem ser mantidos em suas embalagens originais até a sua esterilização e uso. Após o uso, deve ser realizada uma limpeza correta, a fim de evitar incrustações e corrosões. Verificar, a cada uso, se os instrumentais não sofreram dano. Somente professionals especializados e treinados nas técnicas cirúrgicas poderão utilizar estes instrumentais.
É indicado que sejam seguidas as orientações do fabricante quanto aos processos de limpeza, esterilização, manuseio, transporte e armazenamento.
Os instrumentais devem ser removidos de suas embalagens e limpos com álcool para fins médicos a 70% + água destilada 30%. Após limpeza, os produtos devem ser enxaguados com água destilada estéril e secar com pano de limpeza que não libere fibras.
O processo para reutilização do instrumental cirúrgico envolve, no mínimo, cinco etapas básicas: limpeza prévia, desinfecção, lavagem, enxágue e esterilização.
8.1- Limpeza prévia
Para limpeza do instrumento, usar somente sabão neutro a 1% ou detergente enzimático neutro. Não usar solução química, por ser corrosiva.
Recomenda-se que todo instrumental seja limpo imediatamente após o procedimento cirúrgico em que for empregado evitando o endurecimento de sujidades oriundas deste procedimento.
Todo procedimento de limpeza manual deve ser realizado utilizando-se equipamentos de proteção individual apropriados. Nas operações de limpeza em equipamentos automáticos, as instruções dos fabricantes devem ser rigorosamente seguidas, em especial quanto aos produtos e à qualidade da água a serem empregados.
A qualidade da água é fator fundamental tanto para o processo de limpeza, quanto para a conservação do instrumental. A presença de elementos particulados, a concentração de elementos ou substancias químicas, e o desequilíbrio de pH pode deteriorar o instrumento bem como à indução do processo de corrosão, como no caso de presença excessiva de cloretos.
Recomenda-se que a água empregada na lavagem do instrumental esteja de acordo com as exigências de qualidade estabelecida no processo de conservação.
O instrumental deve ser mergulhado aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo água e detergente, à temperatura ambiente. A seguir, deve ser rigorosamente lavado em água corrente, preferencialmente morna. Essa fase deve sempre ser realizada com água a temperaturas inferiores a 45°C, pois temperaturas mais elevadas causam a coagulação das proteínas, dificultando o processo de remoção de incrustações dos instrumentais.
8.2- Desinfecção
É feita através da imersão do instrumental aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo solução de desinfetante em água, à temperatura ambiente (desinfecção química), ou em banho aquecido (desinfecção termoquímica). O tempo de imersão do instrumental depende tanto da temperatura de operação, quanto da diluição, e do tipo de desinfetante empregado.
8.3- Lavagem
As peças devem ser totalmente escovadas, com escova de cerdas macias. O instrumental, quando pertinente, deve ser desmontado e cada componente lavado isoladamente. Especial atenção deve ser dada às áreas de difícil acesso, onde pode ocorrer a retenção de tecidos orgânicos e a deposição de secreções ou soluções desinfetantes.
8.4- Enxágue
O instrumental deve ser enxaguado, abundantemente, em água corrente. Recomenda-se a utilização de água aquecida para o enxágue do instrumental.
8.5- Métodos de Esterilização
Os instrumentais devem ser esterilizados antes do uso. Os parâmetros adequados do processo para cada equipamento e volume devem ser analisados e conduzidos por pessoas treinadas e especializadas em processos de esterilização, assegurando a completa eficiência desse procedimento.
O processo mais utilizado é o auto clave nas seguintes temperaturas:
121°C (1,0 atm): 20 minutos
126°C (1,4 atm): 10 minutos
134°C (2,0 atm): 3 minutos
O produto depois de esterilizado deve ser armazenado em sua embalagem não violável.
Quando houver a necessidade de se descartar o instrumental, o mesmo deve ser inutilizado imediatamente deforma a evitar que seja utilizado inadvertidamente.
O descarte dos instrumentos deverá obedecer às normas relativas a eliminação de lixo hospitalar contaminante, descartando-se em recipientes apropriados e com identificação clara de que se trata de lixo contaminante.
Recomendamos que as peças sejam cortadas, entortadas ou limadas para sua inutilização. Para descartar os instrumentais, deve-se seguir os procedimentos legais locais do país para descarte de produtos potencialmente contaminantes.
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração de suas características físicas ou qualquer deterioração da embalagem. Não são aplicáveis parâmetros específicos de temperatura e umidade. É recomendado que o responsável pelo transporte evite choques mecânicos.
Não se aplica.
Não se aplica.
Por se tratar de um instrumental cirúrgico ou odontológico o mesmo deverá ser manuseado por profissional habilitado segundo as técnicas cirúrgicas e a critérios médicos.
Fabricante: Cassiflex Ltda – CNPJ: 04.901.171/0001-42
Endereço: Avenida Humberto de Almeida Nº455 Bairro: São José
Cidade: Cássia MG – CEP: 37.980-000
Telefone: (35) 3541-2170
(conforme IN nº4 de 15/07/2012 e RDC nº751 de 15/09/2022.)
2.1- As instruções de uso das famílias Cassiflex estão disponibilizadas em formato não impresso e podem ser consultadas a qualquer tempo através do site Cassiflex (www.cassiflex.com.br);
2.2- Para identificar a instrução de uso do produto adquirido, o usuário deve observar no rótulo o número do Registro ANVISA e seu respectivo nome comercial. Com essas informações será possível identificar a instrução de uso correspondente ao seu produto;
2.3- As instruções de uso disponibilizadas apresentam as informações da revisão do documento e de sua data de emissão. É fundamental que o usuário consulte o rótulo do produto e observe qual a revisão da instrução de uso é correspondente ao produto fornecido;
2.4- O formato impresso das instruções de uso poderá ser solicitado sem custo adicional (inclusive de envio) pelo telefone +55 (35) 3541-2170 ou pelo e-mail qualidade@cassiflex.com.br. Na solicitação, o usuário deve informar a revisão da instrução de uso apresentada no rótulo do produto adquirido e o número do registro Anvisa.
Família (nome do dispositivo médico): CURETAS ODONTOLOGICAS REVESTIDAS EM TITÂNIO BLACK
Registro Anvisa: 81454660007
Código: verificar rotulagem
Produto (nome comercial): verificar rotulagem
Lote: verificar rotulagem
Data de fabricação: verificar rotulagem
Validade: Indeterminada se respeita as instruções de uso
Número da revisão da instrução de uso: verificar rotulagem
Contém: 1 unidade
Responsável técnico: José Eduardo Chaves Nascimento – CRA/MG: 01-069985/D
Web site: www.cassiflex.com.br
3.1- Modelos comerciais da família
| Código | Produto | Código | Produto |
| 1000 | Cureta Gracey Nº1-2 Titânio Black | 1004 | Cureta Gracey Nº9-10 Titânio Black |
| 1001 | Cureta Gracey Nº3-4 Titânio Black | 1005 | Cureta Gracey Nº11-12 Titânio Black |
| 1002 | Cureta Gracey Nº5-6 Titânio Black | 1006 | Cureta Gracey Nº13-14 Titânio Black |
| 1003 | Cureta Gracey Nº7-8 Titânio Black | 1015 | Cureta Maccall Nº17-18 Titânio Black |
3.2 – Indicação de uso/Finalidade As curetas odontológicas revestidas em titânio black são utilizados em intervenções cirúrgicas: odontológicas e médicas, bem como para exames e procedimentos ambulatoriais.
4.1- Instruções O produto é um material de uso permanente, não estéril, portanto deverá ser esterilizado antes de sua utilização, segundo as técnicas de esterilização de instrumentais cirúrgicos. Após ser utilizado o produto deverá ser lavado e secado imediatamente.
4.2 – Utilização A utilização dos instrumentais descritos nesse processo devem sempre ser feita sob orientação técnica e restrita aos ambientes clínicos e hospitalares com os seguintes cuidados:
4.2.1- Manipulação Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração nas suas características. Devem ser manipulados cuidadosamente, em pequenos lotes, evitando-se batidas ou quedas. Qualquer instrumental que tenha caído ou sido inadequadamente manuseado, ou com suspeita de ter sofrido dano, deve ser separado e encaminhado ao responsável técnico habilitado da instituição para inspeção, mesmo que já tenha passado por esta etapa.
4.2.2 – Armazenamento Os instrumentais devem ser armazenados de forma a manter sua configuração e evitando danificação da embalagem. O indicado é armazenar em local limpo, arejado, a temperatura ambiente, ao abrigo de luz direta, seco e com baixa contaminação por partículas. Devem ser evitados riscos, dobras ou entalhes dos instrumentos cirúrgúrgicos, visto que tais fatores aumentam a possibilidade de corrosão dos produtos.
4.2.3 – Conservação Examine o instrumental antes do uso. NUNCA o utilize em caso de defeito, presumido ou aparente. Em qualquer tipo de água há concentração de sais. Mesmo em uma água considerada potável, existe a possibilidade de concentração de certos elementos químicos que poderão danificar os instrumentos. Se na água houver alguma concentração de Ferro, Cobre, Manganês, Magnésio ou Silício poderá haver a formação de manchas com cores diversas: marrom, azul ou arco-íris. Nesse caso não se trata de corrosão, mas sim de manchas. Autoclaves desreguladas podem apresentar umidade residual a qual poderá provocar manchas e/ou corrosão. Não armazenar o instrumental perto de produtos químicos que possam desprender gases corrosivos, a saber: cloro, iodo e ácidos em geral. Cada instrumental foi criado e desenvolvido para executar uma determinada função, portanto, ele não deve ser utilizado fora dessas condições. Os instrumentos utilizados fora das suas condições normais de trabalho podem quebrar ou ter a sua vida útil reduzida
Existem instrumentais cirúrgúrgicos apropriados para cada etapa da cirurgia. O desgaste habitual, o exercício de forças excessivas e o uso de instrumentos para finalidades diferentes podem prejudicar a evolução do procedimento.
Havendo desempenho variado, perda ou falta de precisão e instabilidade deve-se imediatamente substituir o instrumental.
Limpeza: detergente com cloro livre ou hidróxido de sódio NÃO devem ser usados. Em hipótese alguma utilize palhas de aço ou outros produtos abrasivos, mesmo quando saponáceos para remoção de sujidades remanescentes de qualquer etapa do processo de limpeza.
Todo o instrumental deve ser lavado imediatamente após sua utilização e antes que as secreções ou sangue possam secar. Aqueles que puderem devem ser lavados e desmontados.
Os instrumentais devem ser mantidos em suas embalagens originais até a sua esterilização e uso. Após o uso, deve ser realizada uma limpeza correta, a fim de evitar incrustações e corrosões. Verificar, a cada uso, se os instrumentais não sofreram dano. Somente profissionais especializados e treinados nas técnicas cirúrgGicas poderão utilizar estes instrumentais.
É indicado que sejam seguidas as orientações do fabricante quanto aos processos de limpeza, esterilização, manuseio, transporte e armazenamento.
Os instrumentais devem ser removidos de suas embalagens e limpos com álcool para fins médicos a 70% + água destilada 30%. Após limpeza, os produtos devem ser enxaguados com água destilada estéril e secar com pano de limpeza que não libere fibras.
O processo para reutilização do instrumental cirúrgico envolve, no mínimo, cinco etapas básicas: limpeza prévia, desinfecção, lavagem, enxágue e esterilização.
8.1- Limpeza prévia Para limpeza do instrumento, usar somente sabão neutro a 1% ou detergente enzimático neutro. Não usar solução química, por ser corrosiva. Recomenda-se que todo instrumental seja limpo imediatamente após o procedimento cirúrgico em que for empregado evitando o endurecimento de sujidades oriundas deste procedimento. Todo procedimento de limpeza manual deve ser realizado utilizando-se equipamentos de proteção individual apropriados. Nas operações de limpeza em equipamentos automáticos, as instruções dos fabricantes devem ser rigorosamente seguidas, em especial quanto aos produtos e à qualidade da água a serem empregados. A qualidade da água é fator fundamental tanto para o processo de limpeza, quanto para a conservação do instrumental. A presença de elementos particulados, a concentração de elementos ou substancias químicas, e o desequilíbrio de pH pode deteriorar o instrumento bem como à indução do processo de corrosão, como no caso de presença excessiva de cloretos. Recomenda-se que a água empregada na lavagem do instrumental esteja de acordo com as exigências de qualidade estabelecida no processo de conservação. O instrumental deve ser mergulhado aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo água e detergente, à temperatura ambiente. A seguir, deve ser rigorosamente lavado em água corrente, preferencialmente morna. Essa fase deve sempre ser realizada com água a temperaturas inferiores a 45°C, pois temperaturas mais elevadas causam a coagulação das proteínas, dificultando o processo de remoção de incrustações dos instrumentais.
8.2- Desinfecção É feita através da imersão do instrumental aberto ou desmontado, quando pertinente, em um recipiente apropriado contendo solução de desinfetante em água, à temperatura ambiente (desinfecção química), ou em banho aquecido (desinfecção termoquímica). O tempo de imersão do instrumental depende tanto da temperatura de operação, quanto da diluição, e do tipo de desinfetante empregado.
8.3- Lavagem As peças devem ser totalmente escovadas, com escova de cerdas macias. O instrumental, quando pertinente, deve ser desmontado e cada componente lavado isoladamente. Especial atenção deve ser dada às áreas de difícil acesso, onde pode ocorrer a retenção de tecidos orgânicos e a deposição de secreções ou soluções desinfetantes.
8.4- Enxágue O instrumental deve ser enxaguado, abundantemente, em água corrente. Recomenda-se a utilização de água aquecida para o enxágue do instrumental.
8.5- Métodos de Esterilização Os instrumentais devem ser esterilizados antes do uso. Os parâmetros adequados do processo para cada equipamento e volume devem ser analisados e conduzidos por pessoas treinadas e especializadas em processos de esterilização, assegurando a completa eficiência desse procedimento. O processo mais utilizado é o auto clave nas seguintes temperaturas:
121°C (1,0 atm): 20 minutos
126°C (1,4 atm): 10 minutos
134°C (2,0 atm): 3 minutos O produto depois de esterilizado deve ser armazenado em sua embalagem não violável.
Quando houver a necessidade de se descartar o instrumental, o mesmo deve ser inutilizado imediatamente deforma a evitar que seja utilizado inadvertidamente.
O descarte dos instrumentos deverá obedecer às normas relativas a eliminação de lixo hospitalar contaminante, descartando-se em recipientes apropriados e com identificação clara de que se trata de lixo contaminante.
Recomendamos que as peças sejam cortadas, entortadas ou limadas para sua inutilização. Para descartar os instrumentais, deve-se seguir os procedimentos legais locais do país para descarte de produtos potencialmente contaminantes.
Os instrumentais devem ser transportados e manuseados de forma a impedir qualquer dano ou alteração de suas características físicas ou qualquer deterioração da embalagem. Não são aplicáveis parâmetros específicos de temperatura e umidade. É recomendado que o responsável pelo transporte evite choques mecânicos.
Não se aplica.
Não se aplica.
Por se tratar de um instrumental cirúrgico ou odontológico o mesmo deverá ser manuseado por profissional habilitado segundo as técnicas cirúrgicas e a critérios médicos.